Eva Rap Diva vence o Melhor Rap e emociona-se ao ver a mãe a receber o troféu...

Pelo segundo ano consecutivo a cantora e compositora Eva Rap Diva conquistou um prémio no Moda Luanda. Eva, que se fez presente ao lado de amigos e familiares, ficou surpreendida e emocionou-se ao ver a sua mãe subir ao palco para receber o troféu de Melhor Rap. “Muito obrigada a todos os que votaram. Este prémio é muito especial para todos nós e dedico esta conquista às mães dos artistas que estão presentes, porque elas sofrem muito. Obrigada também pelo carinho que têm tido pela Eva”, afirmou a mãe da rapper. Eva Rap Diva lagrimou ao ver a mãe no palco e afirmou com orgulho na conta sua conta de Instagram que “Vinte anos depois de me apaixonar pelo Rap a minha mãe sobe ao palco para ir buscar o meu prémio de Melhor Rap 2017”. A artista lançou recentemente a música “Lady Boss”, que tem gerado muita polémica, e pretende continuar o seu trabalho e lançar novos singles. Fonte: Banda Sapo...

Morreu Winnie Mandela...

Mulher de Nelson Mandela nos anos que ele passou na prisão de Robben Island, tinha 81 anos e também ela foi presa pelo regime do apartheid.   Combatente anti-apartheid na África do Sul e mulher de Nelson Mandela quando ele esteve preso em Robben Island, Winnie Madikizela-Mandela morreu esta segunda-feira, aos 81 anos. A sua assistente pessoal, Zodwa Zwane, confirmou a morte e diz que a família vai divulgar um comunicado durante o dia. Nascida em Bizana, em 1936, Madikizela-Mandela mudou-se para Joanesburgo onde estudou para ser assistente social. Em 1957, conheceu o advogado e activista anti-apartheid Nelson Mandela – casaram um ano depois. Tiveram dois filhos juntos mas a vida de casal não durou muito. Mandela foi preso em 1963 e condenado a prisão perpétua por traição, acabando por ser libertado em 1990. Em 1969, tornava-se numa das primeiras pessoas detidas ao abrigo da Sessão 6 da Lei do Terrorismo de 1967. Passou 18 meses em solitária na Prisão Central de Pretória, antes de ser acusada sob a Lei da Supressão do Comunismo, de 1950. Em 1991, Madikizela-Mandela foi condenada por rapto e cumplicidade no ataque a Stompie Seipei, um activista adolescente que foi morto por um membro dos seus guarda-costas, o Mandela United Football Club. Os guarda-costas tinham raptado Seipei, de 14 anos, em 1989, juntamente com três jovens, da casa do líder religioso metodista Paul Verryn. Madikizela-Mandela foi condenada a seis anos de cadeia, mas em recurso a pena foi reduzida a uma multa e a dois anos de pena de prisão suspensa. Winnie em 1995, num comício em Cape Town Em 1997, numa das sessões da Comissão da Verdade e Reconciliação, em Joanesburgo O casamento de Nelson e Winnie começou a correr mal pouco depois da libertação do que viria a ser o primeiro Presidente negro da África do...

Ganense cria negócio com mulheres sem terra para combater machismo e desnutrição...

Com apenas US$ 5 mil, a ganense Salma Abdulai, de 32 anos, vem solucionando um problema que parecia intransponível. Ela conseguiu misturar o resgate à culinária tradicional da sua região, a luta contra a desnutrição e o empoderamento feminino em um único projeto! Em Gana, mais de 50% das crianças sofrem de desnutrição. Todos os anos, a fome faz 3,5 milhões de vítimas fatais no país. Mas Salma usou os conhecimentos adquiridos durante a graduação em tecnologia agrícola e a pós-graduação em economia agrícola para mudar esse cenário. Graças aos US$ 5 mil que tinha para iniciar um negócio, a empreendedora criou a Unique Quality Product Enterprise. A empresa resgatou o potencial do fonio, um cereal típico da região semelhante ao milho, que estava em desuso há seis décadas. Foi sua aposta na luta contra a desnutrição, mas Salma não parou por aí. Mais do que apenas garantir que as crianças do país tivessem uma nutrição adequada e com ingredientes locais, ela queria oferecer mais oportunidades às mulheres, que tradicionalmente não possuem terras na região de onde veio, ao norte de Gana. Assim, ela ofereceu terrenos e capacitou centenas de moradoras sem terra no cultivo do fonio. Em apenas quatro anos, 350 mulheres foram capacitadas pela iniciativa. Cada uma delas ganha hoje cerca de US$ 600 por safra – e o fonio pode ser colhido três vezes em uma única estação!   Fonte:...

As gémeas de cor diferente que a National Geographic usou para se redimir...

A revista reconheceu ter sido racista no passado e por isso convidou Millie e Marcia, de 11 anos, para serem a capa da sua primeira edição do ano sobre “o outro”. Em 1888 foi editado o primeiro número da revista National Geographic. Passados 130 anos, agora, um editorial da mesma revista admite: “Durante décadas, a nossa cobertura foi racista”. E como forma de se redimir, na mesma edição em que lamenta a sua atitude do passado, dedicou a capa a duas gémeas de cores diferentes: uma branca e outra negra. Millie Marcia Madge Biggs e Marcia Millie Madge Biggs são irmãs gémeas dizigóticas, o que quer dizer que nasceram de dois espermatozóides distintos e que fertilizaram óvulos diferentes. No entanto, ambos os fetos se desenvolveram dentro do mesmo útero e nasceram no mesmo dia. Os pais das meninas, Amanda Wanklin e Michael Biggs, são um casal inter-racial norte-americano. Marcia tem um tom de pele claro e cabelo loiro, como a sua mãe, nascida em Inglaterra. Já a sua irmã, Millie, tem o cabelo preto e encaracolado e uma pele castanha, à semelhança do seu pai, nascido na Jamaica. Em declarações à National Geographic, o pai das meninas, Michael, afirmou que as diferenças de pele das duas crianças nunca os afligiram. “Quando elas nasceram e eu andava a empurrá-las no carrinho, as pessoas olhavam para mim, depois olhavam para a minha filha, depois para a minha outra filha. E depois perguntavam-me: ‘São gémeas?’. Eu respondia que sim e eles retorquiam: ‘Mas uma é branca e a outra negra’. ‘Sim, são genes’”, contou a mãe que confessa que as pessoas nunca julgavam, apenas demonstravam curiosidade. E os genes são de tal forma fortes que o pai das meninas, Michael, assegura que ambas têm o seu nariz. A mãe trata as meninas...

A emocionante homenagem de Viola Davis à Marielle Franco...

O assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes está completando quinze dias e até o momento sem respostas. Quem são os autores? Quais são as motivações do crime?   Enquanto as perguntas ainda pairam no ar, a repercussão do caso está cada vez maior, chamando a atenção de figuras importantes das artes. As reações vieram de todas as partes, como no mundo da moda, representado por nomes como a ex-modelo Naomi Campbell e o apresentador de TV, modelo, ator e drag queen RuPaul, ambos demonstrando inconformismo com a perda. A voz de Marielle está ecoando também em Hollywood.    Just read about this courageous woman #MarielleFranco, who fought for the rights of the poor in the Favelas. I’m standing and fighting with you Brazil 🇧🇷!! Viva Marielle and Anderson!!! A post shared by Viola Davis (@violadavis) on Mar 20, 2018 at 8:06am PDT Vencedora do Oscar na categoria de de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel no filme Um Limite Entre Nós, Viola Davis usou suas redes sociais para manifestar indignação e exaltar a biografia da quinta vereadora mais votada do Rio de Janeiro. “Eu apoio e luto com vocês, Brasil. Viva Marielle e Anderson!”, escreveu em postagem com uma fotografia de Marielle sorrindo. A atriz disse considerar Marielle Franco “uma mulher forte” e que apoia a luta dos brasileiros pela equidade racial e direitos humanos.  “Acabo de saber sobre esta mulher corajosa, #MarielleFranco, que lutou pelos direitos dos pobres nas favelas”, escreveu nas redes sociais a ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo longa Um limite entre nós (2016). ‘Eu apoio e luto com vocês, Brasil!!’, continua. “Viva Marielle e Anderson!!!,” disse. Quem matou Marielle? A pergunta ecoa ao redor do mundo. A imprensa internacional também acompanha o caso de perto. Jornais importantes como o britânico The Guardian, o francês...

Mulheres inspiradoras da história transformadas em Barbies...

Na véspera do Dia Internacional da Mulher a Mattel, lançou a linha chamada Role Models formada por novas bonecas Barbies semelhantes a figuras femininas importantes da atualidade. Entre as inspirações que estão representadas na linha temos: Patty Jenkins, cineasta dos EUA, a medalhista olímpica de snowboard Chloe Kim (EUA), Hélène Darroze, Chef de cozinha (Fança), Lorena Ochoa, golfista profissional (México), Hui Ruoqi, campeão de voleibol (China) e outras.                           Além dessa linha, a Mattel também revelou uma série chamada Mulheres Inspiradoras, com bonecas Barbie da famosa artista mexicana Frida Kahlo, símbolo de força, originalidade e paixão inabalável, a matemática da NASA Katherine Johnson que calculou a trajetória do primeiro voo tripulado americano da NASA para o espaço e a pioneira da aviação Amelia Earhart que foi a primeira aviadora feminina a atravessar o Oceano Atlântico.       Para saber mais, clique aqui.   Fonte: Design...

Protagonistas brancos são trocados por atores negros em ação em Londres...

A naturalidade com que nos relacionamos com a presença quase que exclusiva de pessoas brancas como protagonistas dos grandes filmes de Hollywood é proporcional à surpresa com que as pessoas do bairro de Brixton, em Londres, vem reagindo ao trabalho do grupo Legally Black, ou Legalmente Negro.   Os quatro jovens ativistas atentam para a pouca representatividade negra e a maneira como os negros são retratados pela grande mídia substituindo nos cartazes de filmes famosos os protagonistas brancos por pessoas negras. A frase que legenda cada um dos cartazes explica precisamente a motivação da ação: “Se você está surpreso, significa que você não está vendo rostos negros o suficiente em papeis principais”. Curiosamente o impacto que os cartazes vem provocando nas ruas de Brixton não é uma iniciativa somente do grupo Legally Black: outro grupo de ativistas, o Special Patrol, depois de conhecer os cartazes através da internet, decidiu apoiar a causa levando-os para as ruas e instalando nos pontos de ônibus e estações de metrô do bairro.   Filmes como 007, Harry Potter, Bridget Jones e Titanic ganharam as ruas de Londres nessa nova versão criada pelo Legally Black, que apoiou o gesto do Special Patrol. “Nós queremos basicamente uma melhor representação dos negros na mídia”, disse Liv Francis-Cornibert, um dos jovens do grupo (em alguns dos cartazes é essa frase que se lê). A ideia do projeto é apontar para essa desigualdade através da sátira, ressaltando que o ponto não é transformar um filme ou produto cultural branco em uma versão negra de fato e literalmente, mas sim abrir espaço para que elementos da cultura negra também possam ser representados na grande mídia. “Qualquer pessoa de cor deve se sentir representada com precisão na mídia” comentou, frisando por isso o sucesso atual do...

Fotógrafo usa sua arte para mudar a percepção que as pessoas têm da África...

O que vem à sua cabeça ao pensar sobre a África? Provavelmente imagens de pessoas lutando contra a miséria e a fome estejam entre as primeiras a se formar. Estamos tão acostumados a pensar no continente como um lugar que precisa de ajuda para se desenvolver que dificilmente nos ocorre que estamos justamente falando de um continente, formado por países diferentes e com várias realidades distintas. Tentar mostrar que a vida na África pode ser muito mais parecida como a em outros lugares do mundo do que se costuma pensar é um dos objetivos do jovem fotógrafo Yannis Davy Guibinga, nascido no Gabão, mas que atualmente mora no Canadá, para onde se mudou para estudar comunicação digital. Em uma palestra do TEDx sobre o papel que a fotografia exerce sobre a maneira como o mundo enxerga a África, Yannis diz que as imagens da época colonial retratavam os africanos, suas famílias e suas vidas como se fossem “inferiores ou primitivas”. “Se fotos podem mentir sobre a África, então elas também podem ser capazes de revelar a verdade”, contou ao Feature Shoot. “As primeiras fotografias de africanos foram tiradas por europeus que seguiam uma agenda imperialista e colonialista, retratando-os como selvagens sem educação que viviam em comunidades subdesenvolvidas. O impacto dessas imagens foi tão grande que suas mensagens ainda são consideradas fatos por muita gente ao redor do mundo, que ainda pensam na África como um lugar sem desenvolvimento, com uma necessidade desesperadora de ser guiado”, reflete. Nos seus retratos, Yannis tenta representar questões socio-culturais específicas do contexto africano, ou celebrar a beleza de certos elementos culturais ou comunidades. “Acredito que narrativas visuais que capturem as perspectivas e experiências de diferentes tipos de africanos vão contribuir para mudar o modo como o resto do mundo pensa sobre a África....

“Black Panther” continua a ser o rei, Oprah Winfrey desilude no regresso ao cinema...

O super-herói de Wakanda continua a dominar as bilheteiras, resistindo à chegada de “Uma Viagem no Tempo”, o novo filme com Oprah Winfrey.     Pela primeira vez na história das bilheteiras dos EUA, os dois filmes mais vistos são de realizadores negros, mas nem tudo foram boas notícias. “Black Panther”, de Ryan Cogler, foi o filme preferido dos espectadores norte-americanos pela quarta semana consecutiva, o que não acontecia nas bilheteiras desde “Star Wars: O Despertar da Força” em dezembro de 2015. O mais recente título da Marvel é um fenómeno mundial, tornando-se o 33º na história do cinema — e o 16º da Disney — a ultrapassar os mil milhões de dólares: vai nos 1,07 mil milhões e entrará esta segunda-feira no Top 20 mundial, passando os 1,08 de “O Cavaleiro das Trevas Renasce”. Com este domínio do super-heróis e rei de Wakanda, a estreia de “Uma Viagem no Tempo” teve de se contentar com 33,3 milhões e o segundo lugar nas bilheteiras. O valor é decente, mas os analistas consideram que a Disney esperava mais para o projeto de Ava DuVernay que custou 103 milhões e teve uma enorme campanha de marketing, nomeadamente nos Jogos Olímpicos de Inverno, e apostou na presença mediática de Oprah Winfrey, num regresso como atriz. Houve ainda muita promoção “gratuita” pela diversidade à frente e atrás das câmaras. A fantasia terá sido prejudicada pelas más críticas e a esperança agora é que aconteça nas próximas semanas algo semelhante ao musical “O Grande Showman”, que teve uma estreia fraca no Natal mas que ganhou popularidade com o passar das semanas graças ao boca a boca dos espectadores, tornando-se um sucesso comercial. A estreia em Portugal foi adiada para 14 de junho. Fonte: Banda...

Em novo filme, Lupita Nyong’o e Viola Davis serão guerreiras africanas do século 18...

Graças ao sucesso de crítica e bilheteria de Black Panther, mais filmes baseados em histórias africanas estão finalmente sendo produzidos pelos estúdios de Hollywood. Tem o aclamado livro de Nnedi Okorafor, Who Fears Death, que vai se transformar em uma série de TV da HBO, produzida por ninguém menos que R.R Martin, a Americanah, da Chimamanda, e o Born A Crime, de Trevor Noah, também sendo adaptados para cinema e TV – ambos criados e produzidos por Lupita Nyong’o.   Agora, surgiram relatos de que Nyong’o protagonizará o filme “The Woman King” ao lado de Viola Davies. O filme baseia-se em eventos verdadeiros que ocorreram no Reino do Dahomey (atual República de Benin), um dos estados mais poderosos da África nos séculos 18 e 19. De acordo com a revista Variety, o drama histórico conta a história de Nanisca (Davis), uma general de uma unidade militar feminina e sua filha Nawi (Nyong’o), que juntos lutaram contra colonizadores franceses e tribos vizinhas que violaram sua honra, escravizaram seu povo e ameaçaram destruir tudo que amavam. Além de ser empolgante ver duas grandes atrizes atuando juntas, é mais empolgante ainda ver duas atrizes NEGRAS, vencedoras de um OSCAR atuando juntas sem que se tratem de papéis estereotipados. Em uma citação dada à Variety, Cathy Schulman, produtora do projeto, disse: “Pantera Negra nos mostrou apenas como o poder da imaginação e das maravilhas poderia revelar um mundo sem gênero e estereótipos raciais”.     “A Mulher do Rei contará uma das maiores histórias esquecidas da história do mundo real em que vivemos, onde um exército de mulheres guerreiras africanas impediu a escravidão, o colonialismo e a guerra intertribal para unificar uma nação“.   Fonte:...