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A Química, esse conteúdo essencial

Em relação a pessoas, e se tratando de toque, pele, sensações e afinidades, é raro que duas pessoas encaixem de forma ímpar e certeira não apenas no plano físico, mas também no das ideias, gostos, percepções de mundo e ideias.

Se acontece, é provável vire algo a mais e com o sentimento vivo, um relacionamento se consolide – esse outro achado dos tempos modernos, também cada vez mais escassos.

Nelson Rodrigues foi célebre em muitos momentos de sua carreira, mas ao escrever que “sem paixão não dá nem para chupar um picolé”, frase que para mim descreve o tesão da vida e suas facetas, acertou em cheio. Sem química também não dá pra se ir muito adiante.

E é fácil ver o que poderia ser um explosão de possibilidades se transformar em ou amizade, ou sexo casual. Com a pessoa ideal, aquela que consegue discutir cinema no mesmo patamar, possui gosto musical semelhante, torce pela mesma equipa de futebol e entende suas ironias, pensamos: opa, isso poderia ser algo mais. Poderia, porque mesmo a pessoa apaixonada e tentando de tudo, se não existe um bom encaixe e nada faz vibrar na intimidade (pelo contrário, a vontade é fugir correndo), é sentir se consolidar uma amizade que talvez nem dure, já que nem sempre o outro lado compreende.

A química, essa matéria-prima, nem parece tanto, mas é primordial. Existe explicação lógica para a falta ou o excesso de combustão entre dois corpos? Talvez a ciência explique. Especialistas dizem que o som da voz e os cheiros são os responsáveis por riscar o fósforo de uma ligação simultânea com todos os cinco sentidos.

E para vocês, também acham que a cumplicidade é fundamental em qualquer relação? Deixem nos comentários