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“Black Panther”: um sucesso de bilheteira que fica para a história

O último filme da Marvel rompeu paradigmas nas bilheteiras, só perdendo para “Star Wars”.

 

"Black Panther": um sucesso de bilheteira que fica para a história

As previsões cumpriram-se: “Black Panther”, o primeiro filme da Marvel dedicado a um super-herói negro, pulverizou as bilheteiras norte-americanas no seu fim de semana de estreia, com um recorde de receitas de 242,2 milhões de dólares.

Este montante foi obtido no fim de semana prolongado pelo feriado do Dia dos Presidentes nos EUA, celebrado na segunda-feira, segundo valores consolidados da empresa especializada Exhibitor Relations, que destacou os 202 milhões entre sexta e domingo, superando as projeções.

Com os 40,2 milhões de dólares de segunda-feira, o filme foi o recordista neste feriado, superando os 152,1 milhões de dólares obtidos em 2016 com “Deadpool”.

O filme somou, ainda, 184,6 milhões de dólares fora dos Estados Unidos e do Canadá. E ainda não chegou aos lucrativos mercados chinês e japonês.

No total, “Black Panther” – dirigido por Ryan Coogler, soma 426,6 milhões, mais que outros filmes da Marvel, como “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e “O Incrível Hulk” (2008) (2008) fizeram todo o tempo em que estiveram em exibição.

Este filme da Marvel Studios – da Disney – conta com um elenco composto quase totalmente por atores negros.

Chadwick Boseman (“42”, “Get on Up”) interpreta o Black Panther (em Portugal não foi traduzido para Pantera Negra, como nos “comics”) também conhecido como T’Challa, rei e protetor da fictícia Wakanda, que é um personagem em si mesmo porque desafia também o estereótipo dos países africanos: esta é a utopia de uma nação rica, nunca antes colonizada e que estuda receber refugiados de regiões mais pobres.

Destacam-se no elenco os americanos Michael B. Jordan, Danai Gurira, Angela Bassett e Forest Whitaker; os ingleses Daniel Kaluuya – de ascendência ugandense – e Letitia Wright – que cresceu na Guiana -, e a mexicana-queniana Lupita Nyong’o.

Fonte: Sapo Banda