6 casais do século 19 que venceram o preconceito e se casaram...

Apesar da abolição da escravidão nos Estados Unidos, em 1865, os negros sofreram com várias leis que os mantiveram isolados de seus direitos como cidadãos. As leis anti-miscigenação são exemplo disso. O casamento inter-racial só foi permitido por lei em 1967 e muitos estados norte-americanos levaram muito tempo para abolir a proibição, como o Alabama, que foi o último no ano de 2000. Na década de 1950, o povo americano era veementemente contra as relações inter-raciais, com apenas 5% da população aprovando a prática. Então imagine o quão corajoso você teria que ser para se casar com alguém de outra raça, não só na América, como em vários países no século XIX. E ainda assim, alguns casais corajosos o fizeram: 1. Jack Johnson e sua esposa Etta Terry Duryea, 27th January, 1910. Jack Johnson foi um boxeador de sucesso e actor de teatro. Ele foi casado com três mulheres brancas: socialite Etta Terry Duryea; Lucille Cameron, e Irene Pineau. A vida em torno de Jack e suas esposas, dizem, foi um tanto controversa.   2. Um casal desconhecido de 1910   3. Um casal desconhecido no período eduardiano na Inglaterra, por volta de 1900   4. Elizabeth Taylor de South Shields, Tyneside (Inglaterra) e o marido Muhammed Hasan, em 1920   5. George Schuyler e a esposa Josephine Cogdell (centro) e a filha (direita), 1920 George Schuyler foi um jornalista de esquerda bem conhecido nos Estados Unidos da década de 1920. E Josephine foi modelo, atriz e dançarina de uma família rica ex-escravista. No registro de casamento, ela escreveu que era negra para evitar qualquer oposição.   6. Gladys (Emery) Aoki e Gunjiro Aoki se casaram em 27 de março de 1909, em Seattle. Antes eles tentaram se casar na Califórnia e em Oregon, estados que lhes negaram licença pela lei anti-miscigenação. Viva o amor! Compartilhe com...

O seu relacionamento chegou ao fim?...

Cinco regras para acabar uma relação de forma saudável e recuperar mais depressa O prazo de validade dos relacionamentos amorosos já não é o que era mas o fim de uma paixão ou de uma relação a dois não tem de ser um drama. De acordo com o livro “100 Regras Para o Amor”, de Richard Templar, existem comportamentos que facilitam o processo de transição entre o fim de uma página por vezes dolorosa e o início de um novo capítulo, uma nova oportunidade para corrigir erros e para se entregar sem medos. 1. Escute a sua voz interior Quase sempre temos a capacidade de prever quando um relacionamento não irá resultar a longo prazo, não a ignore e aja. 2. Reconheça que há culpas de ambas as partes Se ambos admitirem a sua parcela de responsabilidade, a separação será mais cordial. E, se não o fizer, arrisca-se a cometer os mesmos erros da próxima vez que se apaixonar. 3. Mantenha uma atitude digna Não se deixe dominar pela fúria, nem aja impulsivamente. Mais tarde, sentir-se-á orgulhosa por ter mantido uma atitude digna que lhe saberá mil vezes melhor que a vingança. 4 . Esqueça o passado Aprenda o que puder com o que correu mal e depois ultrapasse a questão. Só temos uma vida, aproveite-a. Se continua a remexer nesses sentimentos negativos, transformar-se-á numa pessoa negativa. 5. Não envolva os seus filhos Eles já estarão a passar por um horrível trauma e não precisam que o torne pior. Eles são a única parte totalmente inocente e não merecem a mais pequena porção extra de stresse. Fonte: Sapo Mulher...

Estudo confirma que homens e mulheres pensam diferente...

Avaliação foi realizado em 949 pessoas com idades compreendidas entre 9 e 22 anos Homens e mulheres têm conexões cerebrais muito diferentes, revela um estudo publicado nesta segunda-feira, que parece confirmar estereótipos sobre atitudes e comportamentos próprios de cada sexo. “Estes mapas da conectividade cerebral revelam diferenças impactantes, mas também complementares, na arquitectura do cérebro humano, que ajudam a elaborar uma potencial base neuronal para explicar por que motivo os homens são melhores em algumas tarefas e as mulheres, em outras”, destacou Ragini Verma, professora de radiologia da faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia e principal autora do estudo, publicado nos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS). O estudo, realizado com 949 pessoas (521 mulheres e 428 homens) de entre nove e 22 anos, revela no homem uma maior quantidade de conexões na parte frontal do cérebro – centro de coordenação das acções – e na parte de trás, onde se encontra o cerebelo, importante para a intuição. As imagens também mostram grande quantidade de conexões dentro de cada um dos hemisférios do cérebro. Tais conexões sugerem que o cérebro masculino está estruturado para facilitar a troca de informações entre os centros da percepção e da acção, segundo Ragini Verma. Já nas mulheres, há mais conexões entre o hemisfério direito – onde se situa a capacidade de análise e tratamento da informação – e o hemisfério esquerdo, centro da intuição. Verma explica que os homens são geralmente mais aptos para aprender e executar apenas uma tarefa, como andar de bicicleta, esquiar ou navegar, enquanto as mulheres têm uma memória superior e uma maior inteligência social, o que as torna mais aptas a executar tarefas múltiplas e encontrar soluções para o grupo. Cérebros “realmente complementares” Estudos realizados no passado já haviam mostrado diferenças...

Dicas para sobreviver a uma separaçāo, Por Marina Verne...

Dicas para sobreviver a uma separaçāo: Nāo há como dar a volta. Ela está aí e nāo há reconciliaçāo possível. E agora? Do embaraço de assumir o fim de uma relaçāo, à desorientaçāo e tristeza é a sensaçāo de caos e medo que muitas vezes nos dominam. Calma. Respire. Uma nova fase vai começar! Deixamos  6 Dicas para a ajudar a dar a volta por cima! 1 –  Aceite e faça um balanço Negar nāo é soluçāo. Aconteceu porque tinha que acontecer e está na hora de se mentalizar disso. Muitas vezes somos tentados a ignorar os eventos que nos provocam dor e angústia, como se se nāo pensássemos neles de alguma forma acabassem por desaparecer… O problema é que por mais bem enterrados que pareçam, um dia somos todos confrontados com o passado e é essencial que tudo esteja bem resolvido na nossa cabeça. Numa separaçāo há sempre uma desilusão e perda de confiança mais ou menos agravada. Esta perda de confiança pode ser no sexo oposto, nas relações em geral, na sua capacidade de amar e se entregar ou até mesmo em si própria. Não fuja à sua realidade, encare a situação de frente! Reflicta sobre o que levou a sua relação a este ponto e faça um balanço do que foi importante  e construtivo e do que nāo quer que se repita. Veja-o como um fechar de contas e uma reconciliaçāo consigo própria! 2- Tenha atenção aos sinais! É natural que se sinta triste e até zangada com o mundo mesmo que a separação que está a viver tenha sido decisāo sua. Quando uma relaçāo chega ao fim com ela morre um sonho. O fruto do nosso investimento emocional acaba por ser uma mão cheia de nada mesmo que, conscientemente, nāo tivéssemos grandes planos. Nesta...

As diferenças que separam o casal...

Aprenda a interpretar os diálogos e os monólogos da vida conjugal que geram afastamento. É orgânico e não há nada a fazer. Os homens e as mulheres são diferentes, vêem as coisas de forma distinta e vivem a vida de uma maneira também ela diferenciada. Pelo menos, essa tende a ser a regra. Mesmo as pessoas que se consideram almas gémeas nem sempre coincidem nos pensamentos. Tal situação, com a convivência, acaba por afectar as rotinas diárias do casal. Quintino Aires e Alcina Rosa, psicólogos clínicos, enumeram alguns exemplos e apontam soluções que vão facilitar, melhorar e até, nalguns casos, dar um novo rumo à sua vida conjugal. A demonstração dos afetos Mulher que é mulher gosta de se sentir amada e cortejada mas homem que é homem tende a desvalorizar a demonstração constante de afetos: – Todos os dias (ou quase) digo ao meu parceiro que o amo Se lhe repete muitas vezes «Amo-te», o seu companheiro tenderá a percecionar que, «se a palavra for dita isoladamente ele pode pensar que é dita sem sentimento», admite Quintino Aires. Melhore a sua relação e integre a palavra numa frase, dizendo-lhe algo como «Amo-te porque tu…». «Tenha o cuidado de construir frases que realmente se apliquem a ele em particular», adverte, contudo, o especialista. – Todos os dias (ou quase) digo ao meu parceiro que a relação não está a funcionar Se é este o caso, o seu companheiro tenderá a pensar algo como «Lá vem ela outra vez com a mesma conversa. Começo a ficar farto», adverte o especialista. «Guarde esta frase para quando não está mesmo a funcionar. E não se esqueça de explicar porquê e de exigir um tempo para os dois conversarem», sugere, em contraponto, o psicólogo clínico. – Todos os...

Como a tecnologia prejudica e ajuda a vida amorosa...

O que acontece quando a tecnologia se intromete em lençóis alheios? A tecnologia chegou para ficar e já entrou em todas as áreas da nossa vida, umas vezes para o bem, outras para o mal. Actualmente, já é difícil imaginar a vida sem um contacto permanente com a Internet, redes sociais, emails, notícias, colegas, amigos, familiares onde quer que estejam no mundo. O wifi está por todo o lado e a ligação às nossas redes de contactos e ao mundo está sempre ao nosso alcance. E isto é bom. Mas também tem o reverso da medalha, em todas as esferas onde nos movimentamos. Mas falemos neste artigo apenas das relações amorosas e como a tecnologia veio ajudar, mas também prejudicar as relações mais íntimas. E não há dúvida de que impacta na forma como namoramos e amamos no século XXI. Apresentamos-lhe, de seguida, seis formas como a tecnologia está a prejudicar a nossa vida amorosa e quatro em como a está a beneficiar, baseadas num artigo publicado no site Huffington Post. Concorda com elas? Prejudica investigar a ex dele. Recorrer ao Google, Facebook ou LinkedIn para investigar a ex do seu namorado permite-lhe saber muita coisa sobre a mulher que o encantou antes de si. Mas investigá-la não vai fazer nada bem à relação. Inevitavelmente, vai comparar-se com ela e, quiçá, ficar invejosa ao vê-la de biquini ou em alguma foto em que ambos foram felizes em algum sítio do mundo. Não se torture. Prejudica investigar o seu ex-namorado. A natureza humana é assim mesmo e dificilmente conseguirá resistir a inspeccionar o que ele anda a fazer agora. Além de que as fotos dele no Instagram ou as informações do Foursquare a informá-la de que está a deliciar-se no tal restaurante que já foi...

Pesquisa mostra que pessoas apaixonam-se apenas duas vezes na vida...

A média é igual para mulheres e homens Estar perdidamente apaixonado não é uma escolha e esse estado parece acontecer apenas duas vezes durante a vida, revela uma pesquisa realizada pela Siemens Festival Nights e divulgada pelo Huffington Post. A maioria das duas mil pessoas entrevistadas acredita que o parceiro actual é a sua alma gémea e que esperam assentar agora no que toca a amores. Apesar disso, há uma pequena parte dos entrevistados que, não estando completamente envolvidos, decidiu continuar com o relacionamento. Uma em cada sete pessoas acredita que o actual companheiro não é o “grande amor da sua vida”, mas nem por isso põem fim à relação. Dessas, 73% contaram que começaram o relacionamento depois de terem deixado um verdadeiro amor “escapar pelos dedos”. Além disso, estar numa relação com alguém que não é o amor da sua vida não impede de o procurar. 17 % dos adultos entrevistados dizem ter conhecido o amor das suas vidas estando numa relação com outra pessoa. Para Claire Jarvis, directora de Comunicação da Siemens, os resultados mostram que “é difícil encontrar o tal. Embora se considere que as mulheres se apaixonam mais do que os homens, foi intrigante verificar que ambos se apaixonam em média apenas duas vezes na vida”. E acrescenta: “O que é alarmante é verificar que muitas pessoas se mantêm em casamentos ou relacionamentos de longa data com alguém desinteressante para elas”. Mais de metade dos entrevistados contou que teve durante algum tempo relacionamentos desinteressantes. Fonte: Sapo...

A Química, esse conteúdo essencial...

Em relação a pessoas, e se tratando de toque, pele, sensações e afinidades, é raro que duas pessoas encaixem de forma ímpar e certeira não apenas no plano físico, mas também no das ideias, gostos, percepções de mundo e ideias. Se acontece, é provável vire algo a mais e com o sentimento vivo, um relacionamento se consolide – esse outro achado dos tempos modernos, também cada vez mais escassos. Nelson Rodrigues foi célebre em muitos momentos de sua carreira, mas ao escrever que “sem paixão não dá nem para chupar um picolé”, frase que para mim descreve o tesão da vida e suas facetas, acertou em cheio. Sem química também não dá pra se ir muito adiante. E é fácil ver o que poderia ser um explosão de possibilidades se transformar em ou amizade, ou sexo casual. Com a pessoa ideal, aquela que consegue discutir cinema no mesmo patamar, possui gosto musical semelhante, torce pela mesma equipa de futebol e entende suas ironias, pensamos: opa, isso poderia ser algo mais. Poderia, porque mesmo a pessoa apaixonada e tentando de tudo, se não existe um bom encaixe e nada faz vibrar na intimidade (pelo contrário, a vontade é fugir correndo), é sentir se consolidar uma amizade que talvez nem dure, já que nem sempre o outro lado compreende. A química, essa matéria-prima, nem parece tanto, mas é primordial. Existe explicação lógica para a falta ou o excesso de combustão entre dois corpos? Talvez a ciência explique. Especialistas dizem que o som da voz e os cheiros são os responsáveis por riscar o fósforo de uma ligação simultânea com todos os cinco sentidos. E para vocês, também acham que a cumplicidade é fundamental em qualquer relação? Deixem nos...

Dar para receber – O óbvio invisível para receber no sexo...

Parece óbvio que é preciso dar para receber. E é. Se você quer mais carinho, experimente dar carinho ainda mais, se quer sexo, faça mais amor, convide, faça a sua parte, e isso não é uma imposição, é uma constatação, experimente. Somente depois de um tempo vivendo assim, você poderá dizer que algo está errado. Estamos na era dos óbvios invisíveis, as verdades da vida, os actos mais simples, as coisas mais importantes, parecem menos atractivas, e sofrem do esquecimento. Vemos mulheres que querem mais sexo, mais fogo, vemos homens com muito fogo e poucas mulheres que queiram receber o “o dia seguinte”. Só pode ser desencontro, já que tanta gente comenta e reclama que ninguém quer compromisso, e tem os que não querem nada disso, querem apenas se divertir também, até aí tudo bem. Tudo normal. Estamos falando de homens e mulheres, vejam bem. O grande problema, se é que isso pode ser chamado de problema, é o bom e velho medo, e a falta de comunicação, que acabam se misturando e juntos resultam, numa única coisa – a solidão. O medo está nas pequenas atitudes. As pessoas evitam o contacto que deveria acontecer em situações normais, fora do ambiente “fantasia”, as festas e as saídas à discoteca. Geralmente, quem se conhece no trabalho, só vai se falar com mais calma, fora, e daí, acabam numa discoteca, num bar, ou num outro local mais descontraído, e acontece aquele temor de ter que “assumir” o caso, decidir se é namoro, se é amizade, ou se é só sexo. Para saber tem que provar, tem que se arriscar, esse é o preço. Do contrário, nada neste universo acontece. Se você levar essa máxima para qualquer assunto da vida verá que funciona. Experimentem a vida real. Fonte:...

Fazer amor em locais públicos – Fetiches dos casais...

E quem é que nunca fez ou ao menos pensou nisso? A temperatura subiu tanto que não deu tempo de chegar em casa ou no motel, ou porque bom mesmo é fazer amor de forma inusitada. Esse é um dos fetiches mais gostosos de fazer e de fantasiar. Fazer amor em locais públicos. Só precisa de um cuidado maior, dependendo do lugar  e se forem apanhados pode dar confusão. E o grande estímulo é justamente o perigo; e se alguém entrar de repente, no lugar onde você está? Se você é ousada a esse ponto, aproveite e experimente o mais breve possível. Quem sabe não é disso que seu namoro/casamento está precisando? Mas a coisa não acontece assim… ; é algo que surge, dá vontade, depende de cada um, da pessoa, do lugar. É algo que não se planeia, não dá, senão perde toda a graça. E se você não é famosa, nem precisa se preocupar com a imprensa. Imagine se uma celebridade for apanhada – há alguns casos não confirmados – e aqueles que caíram na internet? Liam Hemsworth e Miley Cyrus, por exemplo, não confirmaram, mas há boatos de que eles fazem amor pelos banheiros do mundo, e Angelina Jolie e Billy Bob Thornton (primeiro marido da actriz) contaram sem cerimónia antes de um evento no tapete vermelho que tinham acabado de fazer amor no carro. Fonte: Vila Mulher  ...