20 Bebés que se parecem muito com seus brinquedos Dez16

20 Bebés que se parecem muito com seus brinquedos...

É claro que as crianças não são brinquedos, porém os pequenos que seleccionámos neste post estão fazendo sucesso na internet por parecerem personagens de filmes ou brinquedos. Já imaginou ter um filho e de repente aparecer alguma boneca com o mesmo rosto do seu bebé? Qual seria sua reacção? Neste artigo seleccionámos algumas imagens das crianças mais parecidas com seus próprios brinquedos. É claro que os pais ajudaram ainda mais estilizando roupas idênticas dos personagens, mas o rosto e cabelo de todas é muito parecido. Confere! Fonte:...

“Alisa não, mãe!”: projecto fotográfico desafia meninas a amarem seus cachos Dez16

“Alisa não, mãe!”: projecto fotográfico desafia meninas a amarem seus cachos...

Você sabia que apenas 4 em cada 10 meninas de cabelo cacheado acham seus cachos bonitos? E elas são 7 vezes mais propensas a gostar do seu cabelo se as pessoas ao redor também gostarem. A partir dessas constatações, a fotógrafa Carolina Castro percebeu que poderia contribuir para a auto-estima de meninas com cabelo afro, muitas das quais sofrem preconceito na escola pela sua aparência. Assim surgiu o projecto “Alisa não, mãe!“, em que a fotógrafa registra meninas exibindo orgulhosamente seus cachos. Além das fotografias, Carolina reúne também relatos das famílias sobre o preconceito com a textura dos cabelos das meninas e situações vividas por elas. “Minha professora se incomodava em ver eu e uma amiga que tem o mesmo ‘estilo’ de cabelo que o meu, e fazia críticas em tom de ironia: – Amarra esse cabelo pra gente continuar nossa aula!“, conta uma das fotografadas. Carolina é mãe de duas meninas e diz que os ensaios são também uma maneira de dialogar com mães e trocar experiências na luta contra o preconceito. “Apesar de não ser negra, sou bisneta, neta e filha de negra. Sempre tive muita admiração e respeito. Eu sabia que era um risco que eu corria de parecer hipócrita, por ter pele clara, mas a causa me movia“, contou ao site M de Mulher. Os ensaios começaram com meninas de 9 meses a 16 anos, além de algumas mães que toparam ser fotografadas. Até agora, dois deles já foram realizados, mas outros devem surgir em breve. Confere: Fonte:...

Como cuidar de cabelo crespo de criança...

 Cuidados básicos para cabelos crespos de crianças. Da lavagem ao corte – dicas para aprender a cuidar também dos cabelos dos pequenos.  Muitos pais não sabem cuidar dos cabelos crespos dos filhos. Isso é, em parte, compreensível existem muitos tutoriais, produtos e dicas de cuidados para cabelo liso, cacheado, quebradiço, mas pouco sobre cabelo crespo e pouquíssimo sobre como cuidar do cabelo crespo de crianças. Mas hoje podemos mudar isso e colocar um sorriso no rosto das crianças. A primeira dica é valorizar a beleza natural do cabelo da criança. Nada de dizer que o cabelo dela é ruim e etc… ; É ruim nada! Você é que ainda não pegou “a manha” de cuidar dele.  Vamos aos cuidados básicos? Lavar Na hora da lavagem utilize pouco champô e lave bem o couro cabeludo com movimentos suaves e circulares. Depois do enxágue, aplique o condicionador no comprimento dos fios. Retire o excesso de água delicadamente com uma fralda de pano ou toalha de microfibra sem esfregar. A toalha de algodão aumenta o efeito frizz nos cabelos crespos. O cuidado com a lavagem está também na fórmula do produto. Você deve evitar fórmulas que contenham sulfato, silicone, parafina e óleo mineral. Mesmo os produtos indicados para bebés e crianças dão uma escorregada e podem conter esses ingredientes, portanto, fique de olho. Pentear Tenha a ferramenta certa, um pente de cerdas separadas agridem menos os fios. Os dedos também podem ser óptimos aliados. Evite pentear o cabelo seco, por ser muito fino ele facilmente quebrará. Prefira fazê-lo quando estiver lavando a cabeça, depois da aplicação do condicionador. O pente deslizará melhor. Também é possível pentear o cabelo na hora do creme de pentear. Passe no comprimento dos fios e desembarace. Comece a desembaraçar pelas pontas e avance lentamente até...

Cuidados com os cabelos infantis...

A hair Stylist Lílian Souza responde às principais perguntas sobre os cuidados que os pais devem ter com os cabelos das crianças, incluindo o uso de químicas e cosméticos. 1- Qual é a diferença entre os produtos para cabelos infantis e de adultos? Existe mesmo essa diferença? Existe sim uma diferença na composição. Os champôs, por exemplo,  destinam-se à limpeza e não pode ser irritante ao couro cabeludo e aos olhos das crianças, por isso o seu pH deve estar entre 7,0 e 8,5. Já para adultos, o pH do champô fica em torno de 5,0. 2- A partir de que idade as crianças podem usar champôs e condicionadores de adultos? A partir de oito anos já se pode mudar alguns produtos de manutenção dos cabelos infantis. Porém, o ideal é começar com o uso de champôs para cabelos normais, pois os fios ainda estão totalmente selados, não havendo necessidade de substâncias mais fortes. 3- A partir de que idade as crianças podem usar química e/ou colorir os cabelos? Quais as consequências quando isso é feito antes do tempo? Os processos químicos e as colorações em cabelos infantis podem ser feitos a partir dos dez anos de idade, porém este é um processo que exige muita cautela. Há casos em que efectuamos alguns procedimentos químicos em crianças mais jovens, mas será necessária uma análise rigorosa que varia de acordo com a química a ser aplicado. Nenhum procedimento quando feito em cabelos infantis deve ser aplicado da mesma maneira que em fios adultos, independente do uso de químicas ou colorações. É preciso considerar diversos factores como textura dos fios, quantidade de cabelos e cuidados que se tem em casa, além de uma boa protecção ao couro cabeludo. Se algum procedimento for feito de forma precipitada...

Crianças correm mais riscos de intoxicação alimentar no verão...

A intoxicação alimentar é uma reacção a um alimento, refeição ou água contaminados por uma bactéria. Nos meses de Verão, com o calor, os alimentos tendem a estragar-se com mais facilidade e o risco de intoxicação alimentar aumenta, sobretudo em crianças. “A selecção dos alimentos, a higienização, a preparação e o acondicionamento são fundamentais para prevenir intoxicações alimentares”, refere Pilar de Quinhones Levy, pediatra do Hospital Cuf Infante Santo. As crianças, devido ao ritmo de vida e à frequência com que, nas férias, se alimentam fora de casa, estão mais sujeitas a intoxicações alimentares e devem ser os pais a garantir que as refeições estão livres de perigo e a redobrar os cuidados. Alimentos que sejam armazenados no frio, mesmo que transportados em malas térmicas, exigem mais cautela. «Ovos, iogurtes, leite, refeições que contenham marisco ou alimentos crus devem ser evitados ou consumidos de imediato. Para a praia, o ideal é levar alimentos como pão, bolachas, fruta – de preferência ainda com casca -, e alimentos secos, que devem ficar sempre protegidos do sol», alerta a pediatra Laura Sousa de Macedo. «Com o calor, o risco de desidratação também aumenta. A ingestão de líquidos é, por isso, fundamental, principalmente água. Sumos de fruta naturais são um bom complemento, porque são ricos em vitaminas e minerais, mas não devem funcionar como substitutos da água. Os refrigerantes com gás devem ser evitados», acrescenta. Dor abdominal, cólicas, vómitos e diarreia são os sintomas mais comuns de intoxicação alimentar. Em alguns casos de intoxicação alimentar pode também ocorrer febre. «Durante os períodos febris, os pais devem oferecer ainda mais líquidos às crianças. Os casos menos graves de intoxicação alimentar melhoram dentro de um ou dois dias, mantendo uma alimentação saudável, uma dieta ligeira e fracionada, água, para evitar a...

Dois sites divertido para brincares e aprenderes! Nov06

Dois sites divertido para brincares e aprenderes!...

Olá amiguinho, como estás? Cá estou eu novamente, desta vez para te mostrar dois sites espetaculares, muito divertidos onde podes brincar, jogar diversos jogos e, ao mesmo tempo, aprender! Aqui ficam os sites: Cookie Aqui encontras várias coisas para te divertires. Tem muitos jogos fixes desenhados mesmo por especialistas para que te ajudem também nas habilidades escolares. Podes pedir aos pais para te ajudarem a escolher um jogo adequado à tua idade ou uma matéria que te cative. Tens desenhos para colorir como flores, animais, profissões, objectos, meios de transporte, etc. Tens também vídeos animados e muitos jogos! Knowledge Adventure Aqui também tens muitos jogos que podes pesquisar por ordem alfabética ou pelos mais populares. Podes ainda também selecionar apenas aqueles jogos que são mais adequados à tua idade, tens jogos para os primeiros anos, até aos 12 anos. Podes também escolher os jogos por temas e matérias como ciências, matemática, biologia, etc… Tal como o site anterior, também aqui neste os jogos são feitos por especialistas para te ajudar no teu desenvolvimento e aprendizagem. Clica nos jogos e começa já a divertir-te!   Fonte:...

Seis exercícios para ajudar a grafia do seu filho Nov04

Seis exercícios para ajudar a grafia do seu filho...

Olá pais, desta vez o artigo é para vocês. Quando a criança está a iniciar a escrita, ou mesmo quando já começa a fazer alguns rabiscos, é muito importante que seja orientada de forma a trabalhar diversas competências e habilidades como a destreza, a força para pegar num lápis/caneta, a orientação para conseguir copiar imagens, entre outros. Assim, se o vosso filho está a inicar a escrita, ou se verificam que tem algumas dificuldades ao nível da grafia, aqui ficam 6 pequenos exercícios que o podem ajudar a melhorar. Neste exercícios, a criança terá que passar o lápis ou a caneta por cima do tracejado, tentando fazer uma linha confiante, e tentando também não passar fora da linha. Neste primeiro exercício a criança terá que percorrer todas as ondulações, tentando não levantar o lápis, o que a vai ajudar no desenho de algumas letras como o E. Aqui terá que fazer estas simples ondulações, respeitando a seta, da esquerda para a direita. Aqui a criança irá treinar mais as linhas rectas, fazendo este trejecto sem sair fora da linha, e respeitando as setas. Agora vai treinar os altos e baixos, uma ajuda para as letras como o V, N, M, entre outras. Agora terá que fazer semi-ondas na direita e na esquerda (uma boa ajuda para as letras D e B), e respeitar também as setinhas. Por fim, a criança vai tentar fazer linhas retas e ondulações intercaladas, de forma a que a borboleta chegue às flores. Estes foram 6 pequenos exemplos e, caso queira mais exercícios, no google acede a uma vasta oferta deles. Basta, por exemplo, procurar por grafomotricidade. Fonte:...

Como acabar com as birras...

Psicólogo clínico ensina a lidar com as crises infantis  As birras nas crianças são normais e desejáveis, até certo ponto. Estão a construir a identidade e querem mexer em tudo, apesar dos pedidos dos pais, que ainda não entendem. Não deve ficar incomodado com as pessoas que vejam a birra da criança. As pessoas aceitam e compreendem que é uma crise infantil. Devemos evitar o cansaço na criança, ou que fique demasiado excitada, pois isto favorece o desencadear das emoções fortes. Os pais devem manter uma atitude calma e relaxada, para a criança ver este comportamento como um modelo a seguir. É importante que a criança entenda que a birra não é meio para conseguir aquilo que quer; se ceder sempre ela vai usar isso como estratégia e criar um hábito para fazer chantagem sempre que desejar um doce ou brinquedo. À medida que a criança for aprendendo a aceitar que não pode ter tudo imediatamente, as birras vão sendo menores. Elogie cada pequeno passo em que ela mostre controlo e diga-lhe que gosta sempre dela, apesar da birra. Se as birras forem contínuas, pode ser preciso recorrer a ajuda psicológica, para identificar e corrigir outras causas subjacentes.   Fonte: Sapo...

As primeiras interacções...

Saiba como desenvolver as competências do bebé dos zero aos nove meses. A terapeuta da fala Paula Bravo alerta para a importância das primeiras interacções na aquisição de requisitos para a comunicação. Como explica, o bebé é já um comunicador competente, mesmo que ainda não se exprima por palavras. Comunica quando chora, quando grita, quando palra, quando ri. Assim, a comunicação entre os pais e o bebé começa muito antes da aprendizagem das primeiras palavras. «O bebé vai responder aos estímulos da comunicação com padrões que vão encadeando o focar da atenção, o sorriso, os movimentos oro-faciais (bochechas, lábios e língua), os gestos e as vocalizações», explica a terapeuta da fala. Cria-se um diálogo em torno dos afectos, que contribui grandemente para o desenvolvimento das capacidades comunicativas e para a aquisição da fala.   ATENÇÃO MÚTUA As interacções precoces levam à apreensão de uma capacidade de atenção mútua: a criança vai começar a dar atenção ao outro, estabelece o contacto visual, a imitação motora e vocal, reconhece expressões faciais, a entoação, aprende a melodia, o ritmo do discurso, assim como as regras do diálogo. Segundo Paula Bravo, a criança começa a perceber a causa-efeito de alguns comportamentos e a usá-los, direccionados a outros, com a expectativa de obter uma resposta. «O bebé percebe então o que é comunicar, tem a noção de causa-efeito na comunicação, sabe que pode regular o comportamento do outro para atingir fins específicos.» Até por volta dos nove meses, as crianças não mostram ainda sinais de compreensão linguística. Elas vão perceber a entoação da fala, mas não percebem as palavras que lhe são ditas. Fonte: Sapo...

A leitura na primeira infância...

O que diz a investigação sobre a importância da leitura para a criança na primeira infância Quanto mais cedo as crianças ganharem hábitos de leitura, mais benefícios e competências ganham ao longo da vida. Estudos recentes apontam para a importância de os pais modelarem o comportamento de leitura com os seus filhos, explica a psicóloga clínica Teresa Abreu, também coordenadora científica de O Nosso Bebé. Segundo Zimmermman e colaboradores, o amor pela leitura e pelo conhecimento não pode ser forçado e a criança faz o que vê os pais fazerem. Os autores salientam também a importância da conversa, da leitura e do contar histórias a partir dos seis meses, como forma de facilitar a aquisição posterior da linguagem e da leitura. E mais, que a leitura mais eficaz se pontua por questões e partilhas com a criança, mesmo quando esta ainda não responde verbalmente. Isto porque, embora o discurso do adulto seja importante, é igualmente essencial interagir ao máximo com a criança. Resumindo numa ideia, é fundamental que os pais leiam com a criança e não para a criança. A Academia de Pediatria Americana aponta algumas recomendações com a finalidade de ajudar a interacção entre os pais e a criança pela leitura, por exemplo: enquanto se lê para a criança parar, para que olhe as imagens, perguntar o que vê nas imagens e falar da relação da imagem com a história; usar vozes divertidas e sons de animais, sem medo de exagerar, ajuda a criança a ficar entusiasmada com a história. Fonte: Sapo...