Receita anti-manha

7 maneiras de evitar a birra Se se entender a birra como uma dificuldade de expressão, há várias maneiras para ajudar desde cedo a evitar o que mais tarde se pode transformar numa birra monumental. 1. Sentimentos para fora A primeira delas é auxiliar a criança a verbalizar o que está a sentir, como aconselha a psicanalista especializada em desenvolvimento infantil Christina Braga: «Se a mãe explicar ao bebé que ele está a chorar porque está com raiva ou frustrado, ele vai aprender a conhecer os seus sentimentos». E não pense que está a falar em vão. Desde muito pequenas, as crianças percebem o que ouvem, nem que seja apenas pela entoação dos pais. 2. Muita calma nesse momento O segundo passo é dar alternativas para que a criança se acalme. Aqui vale um pouco de tudo: um passeio no parque, fazer festinhas a um cãozinho ou o bom e velho colo, desde que não seja isto que a criança está a pedir. O importante é a mãe ajudar o filho a arranjar um repertório de soluções para manter a calma e não deixar que o nervosismo se instale. 3. Diálogo sempre A terceira táctica é sempre conversar primeiro. Se vão a casa de amigos ou ao supermercado e sabe que o seu filho costuma dar espectáculo nessas ocasiões, diga-lhe antes onde vão, o que vão fazer, que ele tem de ficar ao seu lado ou ajudar nas compras, por exemplo. Na primeira vez pode não funcionar e, assim, deve lembrar-lhe do que conversaram. Ao fazer desta combinação uma rotina, nas próximas vezes é provável que as coisas corram bem. 4. Pequenas frustrações A quarta dica diz respeito às regras. Uma boa forma de ensiná-las é, de acordo com Cristina Braga, introduzir pequenas frustrações...

Lavar as mãos – Hábito começa na infância...

O hábito de lavar as mãos deve começar desde a infância. As bactérias encontram nas mãos um local estratégico para se alojar em nosso organismo. É com esse membro do corpo que levamos toda sujeira à pele, aos olhos e boca, o que aumenta o risco de contaminações e até a presença de doenças. O acto de lavar as mãos é fundamental para prevenir a transmissão de infecções, em qualquer idade. A partir do terceiro mês, os bebés já começam a colocar objectos na boca e por isso a necessidade de manter as mãozinhas sempre limpas. A lavagem é necessária sempre que se usa o banheiro, antes de todas as refeições, após brincar com objectos, como areia ou massinha de modelar e após actividades no pátio da escola. Caso haja alguma resistência da criança, deve informar sobre alguns problemas que a sujeira pode trazer ao organismo, como transmissão de infecções ou contaminação de micróbios, que podem causar intestino preso. Agora se você não costuma lavá-las antes de comer ou fazer qualquer actividade que requeira as mãos limpas, como vai ensinar seu filho ou uma criança? Por isso alguns especialistas recomendam, inclusive, que no começo o acto seja em parceria. Experimente convidar seu filho todos os dias para lavar as mãos com você, antes de comer, por exemplo. Perceba que pouco a pouco criará um hábito na criança. A escolha do sabonete também faz toda diferença. Os produtos antibactericidas contêm ingredientes que protegem das bactérias, quando comparado àqueles sem ingredientes antibacterianos, e são recomendáveis especialmente para as crianças. Não seja perfeccionista Em vez de corrigi-lo ou repreendê-lo, elogie e parabenize por aquilo que fez bem, em vez de concentrar a sua atenção no que está mal. Não espere que seu filho se lembre de todos os passos nas primeiras vezes que fizer...

Aprenda a falar de sexo com as crianças...

Por mais que o acesso à informação esteja muito maior nos dias de hoje, muitos pais têm dificuldades na hora de falar sobre sexo com as crianças. Muitos fazem questão de serem os principais responsáveis por instruir seus filhos sobre assuntos ligados à sexualidade. A partir dos cinco anos a criança começa a famosa fase dos “porquês”. Perguntas como se beija (e querem se beijar na boca), como se faz um bebé ou por onde eles entram na mulher ou, ainda, por onde eles nascem, são perguntas que devem ser elucidadas.  É nesta fase que, na opinião do professor de Psicologia Breno Resostolatto, é essencial que os pais expliquem o que se passa, sem pressa e sem a exigência de informar tudo para o filho, deixando claro que essas coisas pertencem ao mundo dos adultos e farão parte da vida do filho no futuro. “Evite explicações mirabolantes e fantasiosas. Use a linguagem infantil e lúdica, que ilustre o nascimento e a gravidez, a importância do filho para os pais e enfatize o amor da família pela criança, para que ela se sinta acolhida”, orienta. A alusão à sementinha que sai do pénis do pai e entra na vagina da mãe pode ser usada sem problemas. É importante também os pais falarem o nome correcto dos órgãos do corpo humano. Breno alerta que apelidar os genitais reforça o papel machista e até mesmo de agressividade. A criança, à medida que cresce, vai descobrindo e reconhecendo o próprio corpo. Neste momento começam as curiosidades sobre o corpo dos adultos. Ao pedirem para tomar banho com os pais os pequenos passam a conhecer mais quem é a mãe e o pai e os têm como espelho. E este pode ser um bom momento para uma conversa sobre as diferenças entre o homem...

Cuide da saúde do seu filho na hora das brincadeiras...

Como deixar seu filho brincar e ao mesmo tempo manter hábitos de higiene? A criança em fase de descobrir e de explorar o meio em que vive tem o direito de correr, pular… E nada mais saudável do que estimular isso.  Porém, muitas infecções surgem pela higienização inadequada e é preciso ficar atenta a isso. Depois que o seu filho brincar é importante ensiná-lo a manter alguns rituais simples para evitar riscos de contaminação. O principal deles é lavar as mãos com água e sabão regularmente para evitar a proliferação de bactérias e fungos. O ideal é lavar sempre antes das refeições e após utilizar o banheiro ou sempre que necessário. Ensine o seu filho a lavar as mãos em casa e na escola também. A criança que traz os germes da escola pode contaminar toda a família. Alguns vírus sobrevivem mais de 48 horas em alguns locais tocados pela criança, como maçaneta, brinquedos, controle remoto, telefone etc. A rotina deve incluir também uma boa limpeza no rosto e no corpo. Banho depois que terminar as brincadeiras é sempre recomendável. Utilize produtos antissépticos, que auxiliam na eliminação de germes e bactérias responsáveis por resfriados, gripes, diarreias, hepatites e alguns tipos de meningite. Recomendamos a linha familiar da marca Ginga   Fonte: Vila...

Ser filho único Set24

Ser filho único

Estudos mostram que os filhos únicos podem ser mais seguros de si Ser-se filho único não define por si só a futura personalidade da criança, como explica a coordenadora. «Depende mais dos pais do que da criança, da educação que lhe dão, das expectativas e das pressões a que os sujeitam e das características da personalidade dos pais, ou seja, do modo como eles próprios são ou não adultos e como conquistaram a sua autonomia emocional e satisfação na vida». Os estudos mostram que o filho único pode ser mais seguro de si, com uma boa autoestima, independente e criativo. A criança pode ainda ter maior maturidade, capacidade intelectual, capacidade de liderança e desenvolvimento linguístico, pela maior atenção e estimulação com que cresce. «É fácil cair na tentação de mimar ou proteger os filhos em excesso, sejam únicos ou não, pois todos os pais têm que se confrontar continuamente com a angústia de separação ao vê-los crescer e a conquistarem», explica a psicóloga clínica Teresa Abreu, continuando: «Em contrapartida, há a satisfação de os verem, precisamente, crescer, ir à conquista do mundo e da sua felicidade e de poderem tornar-se adultos seguros». ESTRATÉGIAS A SEGUIR É importante que os pais facilitem ao filho momentos de partilha e integração com outras crianças, estimularem-nos a participar em atividades desportivas e lúdicas, fora do controlo e da sua superproteção, e que desenvolvam as suas competências e fortaleçam a sua autoestima. Teresa Abreu aconselha que sejam definidos limites de acordo com a idade e desenvolvimento da criança. «É fundamental que os incentivem a perseguir os seus objetivos, experimentar as suas competências, aprender com os fracassos e regozijarem-se com os seus sucessos, o que requer apreciá-los pela coragem e aceitá-los e respeitá-los com os seus limites ou “defeitos”. Não...

Relacionamento entre Irmãos...

O primeiro passo para a gestão de vários filhos é o respeito pela diferença. Já muitas vezes ouvimos ou dissemos alguma frase parecida com esta, “…nem parecem irmãos, estão sempre a lutar, não sei o que fazer”. Não sendo fácil gerir as relações entre irmãos é sem duvida possível! O primeiro passo para esta gestão é o respeito pela diferença, ou seja embora sejam irmãos são com certeza muito diferentes e essa diferença deve ser respeitada. O segundo passo está relacionado com a responsabilidade atribuída ao irmão mais velho, que muitas vezes ainda é um bebé mas que por ser mais velho achamos que deve ter outro nível de responsabilidade. É da nossa responsabilidade como gestores desta equipa transformá-la nisso mesmo, numa equipa. Mas não é fácil porque nesta equipa a principal “cola” de ligação entre os seus elementos, é o afecto e este é também o início de toda a rivalidade. Os irmãos iniciam a sua rivalidade quando competem pelo amor dos pais e nós não nos podemos esquecer desse facto. Assim é obrigatório não tomar partidos, os nossos filhos são diferentes e é essa diferença que vai permitir encontrar a solução para as suas disputas. As disputas entre irmãos são fundamentais para o seu desenvolvimento, os pais devem supervisionar, mas garantindo a distancia que permite aos seus filhos crescer. Nesta relação é interiorizado o sentimento de partilha, mas surge também a consciência do espaço individual. Cada um dos filhos necessita de um suporte diferente, mais ou menos efectivo, e nós, gestores de equipas mais experientes, devemos dar o apoio necessário a cada um deles, nem mais nem menos. Vamos desenvolver esta nossa equipa garantindo a autonomia que permite crescer como pessoa e como elemento desta equipa / família, respeitando as regras de...

Cocó do bebé: o que é normal Set24

Cocó do bebé: o que é normal...

O seu bebé fica três dias sem fazer cocó? Vê com frequência bocadinhos de comida? O rabinho fica assado muitas vezes? Entenda por que o ritmo intestinal varia de uma criança para outra e saiba o que os pediatras consideram normal. Depois que de ser mãe, o cocó passou a ser assunto das conversas com o seu marido, com a sua mãe, com a sua sogra e até com amigos? O.K., não há nada de errado nisso. Aliás, observar as fezes das crianças é fundamental para saber como está a saúde do seu filho. Não existem regras para determinar o que é normal – afinal, quando o assunto é cocó, cada criança comporta-se de uma maneira. Há muitos factores que determinam como o intestino do seu filho vai funcionar, quantas vezes ao dia sujará a fralda e qual será o aspecto das fezes. O mais importante é a chamada microbiota: o conjunto de microrganismos que habita o sistema digestivo. Tudo começa no nascimento Enquanto o feto está no útero, é praticamente estéril. A colonização do seu organismo começa no parto. Aqui acontece o primeiro divisor de águas: as crianças que nascem de parto normal terão um tipo de flora intestinal, diferente daquelas que nascem de cesariana. O parto vaginal é mais favorável para o bebé, mas não determinante. A amamentação também tem papel fundamental neste processo. «A amamentação influencia o ritmo intestinal. A lactose presente no leite da mãe favorece a formação de uma flora adequada», explica o pediatra António Sousa. Regular o sistema digestivo do bebé é um entre os muitos motivos pelos quais médicos recomendam a amamentação exclusiva até os 6 meses. As crianças que bebem leites de substituição geralmente têm o intestino mais ressecado – este é um dos motivos pelos...

Dores de crescimento

São muitas vezes associadas a dores musculares, ao nosso esqueleto físico… no entanto estas dores de que aqui falamos, são as dores do outro esqueleto… que também suporta e dá forma a quem somos. Com alguma frequência, abrimos as portas do gabinete e quem nos entra diz ‘fizeram exames a tudo, não encontraram nada… e as dores continuam’… desta forma, e porque, não há uma segunda oportunidade para uma primeira impressão, a imagem que se forma é de algum descrédito pelas dores… como se elas fossem manha, desculpas ‘esfarrapadas’. No retrato de família, entra geralmente a mãe, por vezes o pai, e o filho/filha com as dores… entram também  o cansaço e o descrédito em mais uma opinião técnica, mas como não custa tentar… é desta fibra que alimentamos o processo terapêutico. Deste vestígio de esperança, de quem em desesperança nos bate á porta. Duvidas vs certezas, Desconfiança vs empatia, Diagnóstico vs crise … equações que nos pedem para resolver, e ao que apenas podemos responder, são todos e em simultâneo importantes.  Mais importante, é que a dor é algo subjectivo, universal e sintomático. A dor não se vê, sente-se… e cada um sente á sua maneira, de acordo com as suas características únicas e inexplicáveis. As dores mais frequentes, são as dores de cabeça, e por vezes as dores de estômago. Por vezes os exames complementares de diagnóstico, referem algo como ‘achado sem repercussões clinicas significativas’… A procura por algo clinicamente significativo, faz parte de um processo de despiste, e não deve ser ignorado; desde que a mudança sucessiva de técnicos, pela busca de algo que tranquilize, não implique repetir exames invasivos. É muito importante confiar numa equipa, e ter a capacidade de fazer perguntas, pois o técnico é quem deve orientar a...

Como evitar os piolhos Set19

Como evitar os piolhos...

A prevenção é (mesmo) o melhor remédio. Saiba como agir O seu filho não pára de coçar a cabeça? Pode ter piolhos! A infestação só estará controlada quando não se descobrem piolhos vivos e as lêndeas estão a mais de 1 cm do couro cabeludo. Saiba, no entanto, que é possível passar despercebido a estes parasitas, seguindo regras muito simples: – Evitar o contacto com as cabeças dos outros; – No caso das meninas com cabelo muito comprido, o melhor é usar o cabelo apanhado; – Não partilhar chapéus, escovas, pentes, bandoletes, toalhas; – Inspecionar regularmente a cabeça das crianças; – Lavar regularmente a cabeça; – Escovar os cabelo várias vezes ao dia com um pente com dentes apertados, impede que os piolhos se multipliquem, pois as pernas dos insectos partem-se e eles caem com a passagem do pente.   Fonte: Sapo...

Filhos de palmo e meio Set19

Filhos de palmo e meio...

Será que o seu filho é baixo por natureza ou deverá consultar um especialista? Se mede um pouco mais de 1,65 m e se o seu marido não é muito mais alto, o mais provável é que o seu filho não venha a ter grande futuro no basquetebol. A altura é hereditária, logo é comum que pais baixos tenham filhos de baixa estatura. Mas existem outros factores que podem influenciar o crescimento, nomeadamente uma boa alimentação ou a prática regular de exercício físico. Ajudamo-la a identificar as situações em que se justifica um parecer médico. Avaliar cada caso Segundo o endocrinologista Davide Carvalho «uma criança tem baixa estatura quando se registam dois ou mais desvios-padrão abaixo da média para as crianças da mesma idade e género». Para a avaliação do desenvolvimento é mais importante a definição do padrão de crescimento num período de tempo. A estatura deve ser determinada via instrumentos e técnicas adequadas e registadas como as tabelas de percentil. É certo que os ritmos de crescimento variam muito, mas se aos sete anos o seu filho é o mais baixo da turma deverá consultar um médico? Se crescer menos de quatro centímetros por ano num período de três anos, o caso pode merecer atenção médica. «Quando se confirma a paragem do crescimento de uma criança e esta não apresenta qualquer disformia notória, as causas podem ser múltiplas, nomeadamente doenças sistémicas [que afetam vários aparelhos ou sistemas do organismo].Das causas endócrinas e metabólicas, o hipotiroidismo é das mais frequentes e em geral fácil de diagnosticar», explica Davide Carvalho. Tratamentos hormonais A preocupação com a altura dos filhos leva alguns pais a procurar tratamentos com hormonas de crescimento. Para o especialista, «o diagnóstico de carência de hormona de crescimento (HC) exige a demonstração de...