10 maneiras de criar um filho educado...

Por vezes, o seu filho pode ter dificuldade em compreender regras sociais. Mas, com algumas estratégias – e muita paciência! –, é possível melhorar o comportamento dele. Quem nunca ficou embaraçado depois de o filho receber um presente e não agradecer? Ou teve de segurar o riso quando ele surgiu, durante uma visita a casa de amigos, com um pacote de doces que foi buscar sozinho ao armário do anfitrião? Atitudes como dizer «obrigado» e não mexer nas coisas de outras pessoas são regras que as crianças aprendem aos poucos – e sempre com a sua ajuda. A seguir, saiba como ensinar os dez principais mandamentos de boas maneiras para que o seu filho brilhe em qualquer situação social. 1. Dizer «por favor» O primeiro passo para que as crianças aprendam esta expressão é, claro, ouvi-la dentro e fora de casa. Ou seja, se for um hábito diário entre os adultos e os pais derem o exemplo, será mais fácil cobrar o mesmo comportamento aos pequenos. E não espere que seu filho tenha tudo na ponta da língua tão rapidamente. É preciso lembrar o pedido em todas as situações até que, aos poucos, a criança adquira o costume e saiba quando usá-lo. «Em casa, a “expressão mágica” vem de mim, do pai e da empregada. Se eles não pedirem algo com “por favor”, não cedemos. O meu conselho é pensar nisto como um treino que envolve todas as pessoas à volta da criança», diz Ana Vaz, consultora de etiqueta e de imagem e mãe de Tiago, 6 anos, e de Helena, 4. Insistir, portanto, é necessário – até porque esse entendimento está relacionado com a faixa etária em que a criança se encontra. Apenas por volta dos quatro ou cinco anos é que vão...

Dos 0 aos 6 meses: O que é melhor – a chupeta ou o chuchar no dedo?...

Os bebés usam a sucção para se acalmar e sossegar. Mesmo depois de ter lido tanto sobre chuchar no dedo e chupetas, continuo sem saber o que fazer. “A minha filha de 8 meses prefere o polegar, mas dizem que uma chupeta é melhor. Quando deve deixar de chuchar no dedo ou de usar a chupeta? Quer um, quer outro são maus hábitos? Os bebés usam a sucção para se acalmar e sossegar. A sucção no polegar começa ainda antes do nascimento (existem imagens de bebés a chuchar no polegar dentro do útero) e pode ajudar muito os bebés a lidarem com a tensão. Existem muitas vantagens em deixar os bebés chuchar no polegar e não numa chupeta: o polegar está sempre disponível, não cai ao chão, não se prende à roupa com cordões potencialmente perigosos que podem ficar presos em qualquer lado e é completamente controlado pelo bebé. As crianças deixam normalmente de chuchar no dedo quando desenvolvem outras formas de se acalmarem e reconfortarem, normalmente aos 4-5 anos de idade, embora muitas o façam durante a noite ou ocasionalmente, quando o stress se torna demasiado, durante muitos mais anos. Alguns especialistas consideram que o uso da chupeta pode confundir um bebé que esteja a mamar, impedindo-o de pegar no peito correctamente. Contudo, alguns bebés parecem gostar de alternar entre o peito e a chupeta e, se o seu bebé chorar muito e precisar da sucção, uma chupeta pode dar-lhe o repouso de que necessita. Também não é provável que a criança continue a usar chupeta até demasiado tarde, altura em que poderia ameaçar o bom desenvolvimento dos dentes. Durante os anos em que a criança irá provavelmente usar chupeta, tem ainda apenas os dentes de leite; a dentição definitiva só surge cerca dos 6 anos...

Dar banho a um recém-nascido...

É natural que, no início, sinta um pouco de receio quando der banho ao recém-nascido. Banhos de imersão Enquanto o bebé ainda é muito pequenino deve usar uma pequena banheira de plástico para bebé em vez de uma banheira normal. Embora alguns pais dêem banho todos os dias por simples prazer, até o bebé começar a gatinhar pela casa e a meter-se em sarilhos não é na verdade necessário dar-lhe banho mais do que uma ou duas vezes por semana. É natural que, no início, sinta um pouco de receio quando der banho ao recém-nascido. Manusear um bebé sempre a mexer-se, molhada e cheia de sabonete requer prática e confiança, por isso mantenha-se calma e segure-o bem. Para alguns bebés, a água morna é muito relaxante. Se for esse o caso do seu bebé, deixe-o ficar um bocado dentro de água. Outros choram durante todo o banho – nestes casos, o melhor é pô-lo lá dentro e tirá-lo quase de seguida. Mantenha quente o local onde está a dar o banho, isso pode ajudar. Segurança no banho • Nunca deixe o bebé sozinho, nem por um segundo. Se tocar a campainha ou o telefone e achar que tem mesmo de atender, envolva-o numa toalha e leve-o consigo. • Nunca coloque o bebé na banheira com a água ainda a correr (a temperatura pode alterar-se ou a água pode ficar demasiado profunda). • Nunca deixe a criança sozinha. (Sim, é tão importante que mencionamos duas vezes). Uma criança pode afogar-se em menos de 3 cm de água – e em menos de 60 segundos. Como dar banho ao bebé 1. Prepare todo o material necessário para o banho e estenda uma toalha, uma fralda limpa e roupa. 2. Encha a banheira com 5 a 7...

Porque é que os bebés estremecem?...

Principalmente, porque os recém-nascidos têm mais sinapses, ou ligações, no seu sistema nervoso do que os adultos. Isto faz com que sejam mais sensíveis ao ambiente que os rodeia, explica Romi Webster, pediatra do Children’s Hospital Boston. É por este motivo que o seu bebé estremece tão facilmente quando há um movimento súbito ou um som mais alto. Os bebés pequenos têm também os músculos flexores mais tonificados – se esticar a perna do seu bebé, por exemplo, verá que volta imediatamente à posição flectida assim que a largar. Esta maior tonificação dos músculos diminui ao longo dos primeiros nove meses de vida, ao mesmo tempo que a coordenação motora melhora, permitindo ao seu bebé suavizar os movimentos à medida que cresce. Mantenha-se atenta se os estremecimentos se prolongarem muito para além das 4 a 6 semanas, afirma Webster, ou se notar que não consegue parar os estremecimentos excessivos quando coloca a mão sobre o membro a estremecer. Nestes casos, será aconselhável levar o bebé a um pediatra que poderá avaliar a necessidade de outros cuidados médicos. Fonte: Sapo...

Utilizar, ou não, uma chupeta!...

Chuchar é um instinto natural. Nalgumas ecografias, é possível ver os bebés a chuchar no dedo, ainda no útero. Muitos continuam a ter uma forte necessidade de chuchar após o nascimento; mesmo depois de comer, continuam dispostos a chuchar. Utilizar, ou não, uma chupeta, fica ao seu critério. Alguns pais não conseguem passar sem a chupeta considerando-a uma forma prática de acalmar um bebé impaciente ou de adormecer o bebé. Outros rejeitam a chupeta, baseados em argumentos estéticos e preferem não se preocupar com o apanhar a chupeta e ter de a lavar, sempre que cai. (Pode levar a mão do seu bebé à boca para o acalmar ou utilizar o seu próprio dedo mindinho para isso.) Não há qualquer motivo físico para não dar uma chupeta ao seu bebé. Eis aqui algumas sugestões, se o quiser fazer: Se estiver a amamentar, não utilize a “chucha” se não depois de o bebé ter aprendido a pegar no peito e se o seu fluxo de leite for constante, o que deverá acontecer mais ou menos nesta altura. Quando utiliza uma chupeta na primeira semana, pode ser mais difícil para o bebé aprender a mamar, uma vez que os movimentos da boca necessários para chuchar no mamilo e na chucha são ligeiramente diferentes. Evite utilizar logo a “chucha”. Dê-lhe de comer, ponha-o a arrotar, mude a fralda, embale-lo, acarinhe-o e responda às necessidades básicas do seu bebé quando este estiver impaciente, em vez de optar por colocar logo a chupeta assim que ele refila. O seu bebé será menos dependente da chupeta, ao crescer, se a utilizar de forma contida nos primeiros tempos. Deverá utilizar a chupeta para ajudar a relaxar e não como substituto de afecto e carinho. Não se preocupe, porque a chupeta não...

5 (novas) regras para ingerir vegetais...

Convença os seus filhos a comerem legumes sem dramas. Por elas, só comiam guloseimas, gelados e batatas fritas. Por muito que os pais se esforcem, existem crianças que passam a vida a fazer cara feia aos legumes, preferindo outro tipo de alimentos, porventura mais deliciosos, mas seguramente menos saudáveis. Sandra Aamodt e Sam Wang, autores de «Bem Vindo ao Cérebro do Seu Filho», editado em Portugal pela Pergaminho, recomendam cinco estratégias que vão conseguir convencer facilmente os seus filhos: 1. Coma vegetais durante a gravidez, visto que as preferências de gosto começam a desenvolver-se no útero. 2. Combine um sabor novo com um já conhecido e apreciado, com uma distância entre si de menos de nove segundos ou então misture os alimentos. Por, por exemplo, associar o sumo de cenoura ao leite e os seus filhos vão habituar-se ao sabor da cenoura natural. 3. Quando começar a dar comida sólida ao bebé, reduza-a a puré, método que se presta muito bem à combinação de sabores. 4. Mostre que gosta de vegetais e coma-os à frente dos mais pequenos. 5. Inclua a criança na preparação da comida.   Fonte: Sapo...

Noites em família – Veja sugestões de programas para fazer em família...

Por vezes, as nossas vidas estão tão preenchidas pelo emprego, objectivos pessoais, rotinas diárias que acabamos por passar muito pouco tempo com a nossa família. E cada vez fica mais difícil fazer actividades em família que todos gostem, mas acreditem que esse tempo é precioso e pode ser bem divertido. Oferecemos-lhe várias sugestões para que faça programas super divertidos à noite em família. 1.  Sessão de Jogos de tabuleiro Porque existem vários programas divertidos que pode fazer sem sair de casa, não podiamos deixar de recomendar uma sessão de jogos de tabuleiro. Alguns são antigos mas não deixam de ter a sua graça. E muitos outros são novidade e prometem noites bem divertidas! Acredite que podem proporcionar vários momentos de gargalhadas e boa disposição em família. Prepare com os seus filhos uma ceia saudável para acompanhar e aventure-se noite dentro! O clássico Monopólio, Uno, Trivial Pursuit, Party and Company, Times up são algumas das opções! 2. Cinema Home! Não, não vá até ao cinema com os seus filhos, improvise uma sessão de cinema em casa com direito a tudo, pipocas, gomas, refrigerantes e um bom filme de animação. Uma vez por outra não faz mal a ninguém e até podem escolher e ver mais de que um filme! 3 Sessão de Karaoke em casa Para uma noite marcada pela animação e convívio, um serão de karaoke irá assegurar a boa disposição. Se não tem consola ou jogos de karaoke, existem na internet diversos vídeos com versões karaoke das músicas mais variadas, nacionais e internacionais. Faça uma pesquisa prévia das melhores e mais animadas músicas e crie uma playlist, atribuindo uma música a cada elemento da família. Para dinamizar ainda mais a sessão, no final de cada prestação, atribuam pontos e pode ter a certeza que vai ser...

Como acalmar o choro do bebé...

Conselhos básicos para os pais sobre como acalmar bebé enquanto chora O choro é o primeiro manifesto de quando as crianças vêm ao mundo, tendo uma razão de ser: chorar promove a abertura dos pulmões e inicia o seu funcionamento, provoca a saída dos fluidos das vias respiratórias para tornar possível a entrada de oxigénio. É o primeiro sinal de reacção do bebé ao processo de adaptação e de sobrevivência fora do útero da mãe. Nos primeiros meses de vida, as crianças descobrem outras formas de comunicar, para além do choro, como sorrir, olhar, balbuciar, que são expressões que encontram quando não têm ainda a capacidade de comunicar verbalmente. Os pais vão criar as suas próprias estratégias para identificar o tipo de choro do bebé e como o acalmar. A enfermeira especialista Isabel Maria Carvalho,  deixa algumas estratégias que podem acalmar os bebés: – Tente identificar as causas do choro e actue sobre elas. O bebé vai sentir que a sua necessidade foi compreendida e mereceu uma resposta. – A resposta dos pais irá contribuir para a auto-estima do bebé, conferindo-lhe segurança e tranquilidade. – É muito importante simular as condições do ambiente materno que conferem protecção e sensação de segurança ao bebé. – Para o efeito use uma mantinha para criar limites no bebé (simula os limites do útero materno), crie condições que simulem o ruído branco materno (alguns sons são semelhantes, como a electricidade estática do rádio ou o som de um secador de cabelo). – Dê colinho ao seu filho. Os bebés necessitam de contacto físico com os pais, de sentir o seu cheiro, o seu coração e o seu calor. – Permita que o bebé chuche, é esta a forma que tem de se auto-regular. – Use a massagem, o toque tem...

Crianças com menos de 9 anos usam cada vez mais a internet...

Aumento “substancial” no uso da internet por crianças até aos 8 anos. Nos últimos cinco anos houve um “aumento substancial” no uso da Internet por crianças com menos de nove anos, segundo um relatório internacional hoje divulgado e que alerta para um aumento na exposição a riscos nesta faixa etária. Os investigadores do projecto EU Kids Online, que conta com participação portuguesa, salientam que há cada vez mais crianças até aos seis anos a usarem aparelhos ligados à Internet, como “tablets” ou “smartphones”. “Houve um aumento substancial do uso da internet por crianças até aos 8 anos. Mas ainda não estão estudados os seus aspectos positivos e negativos”, refere o relatório. A coordenadora do projecto EU Kids Online em Portugal, a investigadora Cristina Ponte, lembra que tem sido investigada a utilização da Internet por crianças e jovens entre os 9 e 16 anos, mas que falta informação sobre os comportamentos das crianças com idades inferiores. “As crianças começam a usar a internet cada vez mais cedo e a falta de competências técnicas, críticas e sociais das crianças mais novas pode fazer aumentar o risco”, refere a professora da Universidade Nova de Lisboa numa nota a propósito do documento hoje divulgado. A pesquisa internacional não conseguiu concluir que as crianças com menos de 9 anos tenham capacidade para se envolver com a internet de uma forma segura e benéfica, sobretudo no que respeita à “socialização digital”. Os investigadores alertam ainda para a exposição das crianças ao risco pela mão dos próprios pais, avisando que deve haver mais cuidado dos educadores com a imagem dos filhos na internet. Uma das maiores preocupações está relacionada com fotografias e vídeos dos filhos, colocados pelos pais na internet e o possível efeito que essas publicações podem ter na pegada...

«Bullying» na infância e na adolescência tem efeitos na vida adulta Ago30

«Bullying» na infância e na adolescência tem efeitos na vida adulta...

Novo estudo mostra que adultos expostos ao «bullying» durante a infância têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios psicológicos. Há muito que se reconheceu que o bullying numa idade jovem representa um problema para as escolas, para os pais e para os formuladores de políticas públicas. Embora as crianças passem mais tempo com os seus pares do que os pais, há relativamente poucos estudos publicados sobre a compreensão do impacto dessas interacções na vida para além da escola. Os resultados de um novo estudo, publicado na revista Psychological Science, da Associação para a Ciência Psicológica, destaca a medida em que o risco de problemas relacionados com a saúde, a pobreza e as relações sociais é agravado pela exposição ao bullying. O estudo leva em consideração muitos factores que vão além de resultados relacionados com a saúde. Dieter Wolke, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e William E. Copeland, do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos da América, olharam para além do estudo das vítimas e investigaram o impacto sobre todos os afectados: as vítimas, os próprios agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias, as chamadas «vítimas-bullies». «Não podemos continuar a ignorar o bullying como sendo uma parte inofensiva, quase inevitável, do crescimento», diz Dieter Wolke. «Precisamos de mudar esta mentalidade e reconhecer o bullying como um problema sério tanto para o indivíduo como para o país, já que os efeitos são duradouros e significativos.» As «vítimas-bullies» apresentam um maior risco de problemas de saúde na idade adulta, com uma probabilidade seis vezes mais elevada de serem diagnosticados com uma doença grave, de serem fumadores regulares ou de desenvolverem um distúrbio psicológico quando comparadas com adultos que nunca se viram envolvidos em episódios de bullying. Os resultados mostram que as «vítimas-bullies» são talvez o grupo mais vulnerável de todos. Este grupo...