A leitura na primeira infância...

O que diz a investigação sobre a importância da leitura para a criança na primeira infância Quanto mais cedo as crianças ganharem hábitos de leitura, mais benefícios e competências ganham ao longo da vida. Estudos recentes apontam para a importância de os pais modelarem o comportamento de leitura com os seus filhos, explica a psicóloga clínica Teresa Abreu, também coordenadora científica de O Nosso Bebé. Segundo Zimmermman e colaboradores, o amor pela leitura e pelo conhecimento não pode ser forçado e a criança faz o que vê os pais fazerem. Os autores salientam também a importância da conversa, da leitura e do contar histórias a partir dos seis meses, como forma de facilitar a aquisição posterior da linguagem e da leitura. E mais, que a leitura mais eficaz se pontua por questões e partilhas com a criança, mesmo quando esta ainda não responde verbalmente. Isto porque, embora o discurso do adulto seja importante, é igualmente essencial interagir ao máximo com a criança. Resumindo numa ideia, é fundamental que os pais leiam com a criança e não para a criança. A Academia de Pediatria Americana aponta algumas recomendações com a finalidade de ajudar a interacção entre os pais e a criança pela leitura, por exemplo: enquanto se lê para a criança parar, para que olhe as imagens, perguntar o que vê nas imagens e falar da relação da imagem com a história; usar vozes divertidas e sons de animais, sem medo de exagerar, ajuda a criança a ficar entusiasmada com a história. Fonte: Sapo...

Receita anti-manha

7 maneiras de evitar a birra Se se entender a birra como uma dificuldade de expressão, há várias maneiras para ajudar desde cedo a evitar o que mais tarde se pode transformar numa birra monumental. 1. Sentimentos para fora A primeira delas é auxiliar a criança a verbalizar o que está a sentir, como aconselha a psicanalista especializada em desenvolvimento infantil Christina Braga: «Se a mãe explicar ao bebé que ele está a chorar porque está com raiva ou frustrado, ele vai aprender a conhecer os seus sentimentos». E não pense que está a falar em vão. Desde muito pequenas, as crianças percebem o que ouvem, nem que seja apenas pela entoação dos pais. 2. Muita calma nesse momento O segundo passo é dar alternativas para que a criança se acalme. Aqui vale um pouco de tudo: um passeio no parque, fazer festinhas a um cãozinho ou o bom e velho colo, desde que não seja isto que a criança está a pedir. O importante é a mãe ajudar o filho a arranjar um repertório de soluções para manter a calma e não deixar que o nervosismo se instale. 3. Diálogo sempre A terceira táctica é sempre conversar primeiro. Se vão a casa de amigos ou ao supermercado e sabe que o seu filho costuma dar espectáculo nessas ocasiões, diga-lhe antes onde vão, o que vão fazer, que ele tem de ficar ao seu lado ou ajudar nas compras, por exemplo. Na primeira vez pode não funcionar e, assim, deve lembrar-lhe do que conversaram. Ao fazer desta combinação uma rotina, nas próximas vezes é provável que as coisas corram bem. 4. Pequenas frustrações A quarta dica diz respeito às regras. Uma boa forma de ensiná-las é, de acordo com Cristina Braga, introduzir pequenas frustrações...

26 dicas para economizar quando se tem filhos...

Com um pouco de organização, disposição para mudanças e criatividade, conseguirá diminuir os gastos mensais. Não é fácil fazer com que o dinheiro dure até ao fim do mês com todos os imprevistos que sempre aparecem quando existem crianças na família. Mas é possível vencer este desafio. Confira o guia que preparamos com dicas importantes você se organizar e economizar. 1) Faça um diário financeiro O primeiro passo é identificar onde a família mais gasta. Anote quanto ganha, as dívidas e a quantia que pretende poupar (se esse é o objetivo). Não se esqueça de tomar nota mesmo das despesas mais pequenas, como as da padaria. No fim do mês, analise o diário para descobrir por onde é que o dinheiro está a escapar. 2) Aceite que é necessário fazer escolhas Quando a situação aperta, a família tem de perceber que é preciso optar entre eventos e compras. Por exemplo: ou vão ao cinema ou compram a megapista de carrinhos. 3) Aproveite os programas gratuitos Informe-se nos jornais e sites. Uma ótima sugestão é trocar o cinema por um piquenique num parque público. Também pode planear uma tarde de brincadeiras em casa com os colegas do seu filho. 4) Faça uma lista de compras Antes de ir ao supermercado, anote o que está em falta na despensa. Assim, não se perde entre as tentações das prateleiras. Planear as compras semanalmente também evita exageros comuns quando se fica um longo período sem ir às compras. 5) Não deite fora comida Com feijão, faça sopa; com arroz, carne assada e com o que sobrou do bacalhau, prepare pastéis ou bolinhos. As frutas demasiado maduras demais podem transformar-se em compotas, geleias e recheios para bolos. 6) Combine parcerias no supermercado Ao preparar a lista de compras, chame...

Lavar as mãos – Hábito começa na infância...

O hábito de lavar as mãos deve começar desde a infância. As bactérias encontram nas mãos um local estratégico para se alojar em nosso organismo. É com esse membro do corpo que levamos toda sujeira à pele, aos olhos e boca, o que aumenta o risco de contaminações e até a presença de doenças. O acto de lavar as mãos é fundamental para prevenir a transmissão de infecções, em qualquer idade. A partir do terceiro mês, os bebés já começam a colocar objectos na boca e por isso a necessidade de manter as mãozinhas sempre limpas. A lavagem é necessária sempre que se usa o banheiro, antes de todas as refeições, após brincar com objectos, como areia ou massinha de modelar e após actividades no pátio da escola. Caso haja alguma resistência da criança, deve informar sobre alguns problemas que a sujeira pode trazer ao organismo, como transmissão de infecções ou contaminação de micróbios, que podem causar intestino preso. Agora se você não costuma lavá-las antes de comer ou fazer qualquer actividade que requeira as mãos limpas, como vai ensinar seu filho ou uma criança? Por isso alguns especialistas recomendam, inclusive, que no começo o acto seja em parceria. Experimente convidar seu filho todos os dias para lavar as mãos com você, antes de comer, por exemplo. Perceba que pouco a pouco criará um hábito na criança. A escolha do sabonete também faz toda diferença. Os produtos antibactericidas contêm ingredientes que protegem das bactérias, quando comparado àqueles sem ingredientes antibacterianos, e são recomendáveis especialmente para as crianças. Não seja perfeccionista Em vez de corrigi-lo ou repreendê-lo, elogie e parabenize por aquilo que fez bem, em vez de concentrar a sua atenção no que está mal. Não espere que seu filho se lembre de todos os passos nas primeiras vezes que fizer...

Aprenda a falar de sexo com as crianças...

Por mais que o acesso à informação esteja muito maior nos dias de hoje, muitos pais têm dificuldades na hora de falar sobre sexo com as crianças. Muitos fazem questão de serem os principais responsáveis por instruir seus filhos sobre assuntos ligados à sexualidade. A partir dos cinco anos a criança começa a famosa fase dos “porquês”. Perguntas como se beija (e querem se beijar na boca), como se faz um bebé ou por onde eles entram na mulher ou, ainda, por onde eles nascem, são perguntas que devem ser elucidadas.  É nesta fase que, na opinião do professor de Psicologia Breno Resostolatto, é essencial que os pais expliquem o que se passa, sem pressa e sem a exigência de informar tudo para o filho, deixando claro que essas coisas pertencem ao mundo dos adultos e farão parte da vida do filho no futuro. “Evite explicações mirabolantes e fantasiosas. Use a linguagem infantil e lúdica, que ilustre o nascimento e a gravidez, a importância do filho para os pais e enfatize o amor da família pela criança, para que ela se sinta acolhida”, orienta. A alusão à sementinha que sai do pénis do pai e entra na vagina da mãe pode ser usada sem problemas. É importante também os pais falarem o nome correcto dos órgãos do corpo humano. Breno alerta que apelidar os genitais reforça o papel machista e até mesmo de agressividade. A criança, à medida que cresce, vai descobrindo e reconhecendo o próprio corpo. Neste momento começam as curiosidades sobre o corpo dos adultos. Ao pedirem para tomar banho com os pais os pequenos passam a conhecer mais quem é a mãe e o pai e os têm como espelho. E este pode ser um bom momento para uma conversa sobre as diferenças entre o homem...

Cuide da saúde do seu filho na hora das brincadeiras...

Como deixar seu filho brincar e ao mesmo tempo manter hábitos de higiene? A criança em fase de descobrir e de explorar o meio em que vive tem o direito de correr, pular… E nada mais saudável do que estimular isso.  Porém, muitas infecções surgem pela higienização inadequada e é preciso ficar atenta a isso. Depois que o seu filho brincar é importante ensiná-lo a manter alguns rituais simples para evitar riscos de contaminação. O principal deles é lavar as mãos com água e sabão regularmente para evitar a proliferação de bactérias e fungos. O ideal é lavar sempre antes das refeições e após utilizar o banheiro ou sempre que necessário. Ensine o seu filho a lavar as mãos em casa e na escola também. A criança que traz os germes da escola pode contaminar toda a família. Alguns vírus sobrevivem mais de 48 horas em alguns locais tocados pela criança, como maçaneta, brinquedos, controle remoto, telefone etc. A rotina deve incluir também uma boa limpeza no rosto e no corpo. Banho depois que terminar as brincadeiras é sempre recomendável. Utilize produtos antissépticos, que auxiliam na eliminação de germes e bactérias responsáveis por resfriados, gripes, diarreias, hepatites e alguns tipos de meningite. Recomendamos a linha familiar da marca Ginga   Fonte: Vila...

Relacionamento entre Irmãos...

O primeiro passo para a gestão de vários filhos é o respeito pela diferença. Já muitas vezes ouvimos ou dissemos alguma frase parecida com esta, “…nem parecem irmãos, estão sempre a lutar, não sei o que fazer”. Não sendo fácil gerir as relações entre irmãos é sem duvida possível! O primeiro passo para esta gestão é o respeito pela diferença, ou seja embora sejam irmãos são com certeza muito diferentes e essa diferença deve ser respeitada. O segundo passo está relacionado com a responsabilidade atribuída ao irmão mais velho, que muitas vezes ainda é um bebé mas que por ser mais velho achamos que deve ter outro nível de responsabilidade. É da nossa responsabilidade como gestores desta equipa transformá-la nisso mesmo, numa equipa. Mas não é fácil porque nesta equipa a principal “cola” de ligação entre os seus elementos, é o afecto e este é também o início de toda a rivalidade. Os irmãos iniciam a sua rivalidade quando competem pelo amor dos pais e nós não nos podemos esquecer desse facto. Assim é obrigatório não tomar partidos, os nossos filhos são diferentes e é essa diferença que vai permitir encontrar a solução para as suas disputas. As disputas entre irmãos são fundamentais para o seu desenvolvimento, os pais devem supervisionar, mas garantindo a distancia que permite aos seus filhos crescer. Nesta relação é interiorizado o sentimento de partilha, mas surge também a consciência do espaço individual. Cada um dos filhos necessita de um suporte diferente, mais ou menos efectivo, e nós, gestores de equipas mais experientes, devemos dar o apoio necessário a cada um deles, nem mais nem menos. Vamos desenvolver esta nossa equipa garantindo a autonomia que permite crescer como pessoa e como elemento desta equipa / família, respeitando as regras de...

Dores de crescimento

São muitas vezes associadas a dores musculares, ao nosso esqueleto físico… no entanto estas dores de que aqui falamos, são as dores do outro esqueleto… que também suporta e dá forma a quem somos. Com alguma frequência, abrimos as portas do gabinete e quem nos entra diz ‘fizeram exames a tudo, não encontraram nada… e as dores continuam’… desta forma, e porque, não há uma segunda oportunidade para uma primeira impressão, a imagem que se forma é de algum descrédito pelas dores… como se elas fossem manha, desculpas ‘esfarrapadas’. No retrato de família, entra geralmente a mãe, por vezes o pai, e o filho/filha com as dores… entram também  o cansaço e o descrédito em mais uma opinião técnica, mas como não custa tentar… é desta fibra que alimentamos o processo terapêutico. Deste vestígio de esperança, de quem em desesperança nos bate á porta. Duvidas vs certezas, Desconfiança vs empatia, Diagnóstico vs crise … equações que nos pedem para resolver, e ao que apenas podemos responder, são todos e em simultâneo importantes.  Mais importante, é que a dor é algo subjectivo, universal e sintomático. A dor não se vê, sente-se… e cada um sente á sua maneira, de acordo com as suas características únicas e inexplicáveis. As dores mais frequentes, são as dores de cabeça, e por vezes as dores de estômago. Por vezes os exames complementares de diagnóstico, referem algo como ‘achado sem repercussões clinicas significativas’… A procura por algo clinicamente significativo, faz parte de um processo de despiste, e não deve ser ignorado; desde que a mudança sucessiva de técnicos, pela busca de algo que tranquilize, não implique repetir exames invasivos. É muito importante confiar numa equipa, e ter a capacidade de fazer perguntas, pois o técnico é quem deve orientar a...

Os 7 pecados da gravidez Set17

Os 7 pecados da gravidez...

Exagerou no almoço com a desculpa de que precisa comer por dois? Anda com preguiça de fazer exercício? Está de mau humor e descarregou tudo no seu companheiro? Calma, a gravidez não é motivo para sair dos eixos! Gula, ira, soberba, preguiça, vaidade, avareza e luxúria. Com certeza que já ouviu falar sobre os sete pecados capitais. Criados pela Igreja Católica no final do século VI, já foram tema de livros, filmes e novelas. Pode perguntar: «Mas o que isso tem que ver com a gravidez?». Tudo! É possível ver cada um dos pecados no meio a todas as transformações que a mulher e a sua família vivem durante os nove meses. Quer ver? O Sapo Crescer descreve como cada pecado ocorre na vida de uma grávida e ainda dá algumas dicas para evitar cair nas tentações. Preguiça Tudo bem, sabemos que a gravidez dá sono e moleza, principalmente no primeiro trimestre. Mas isto não é desculpa para ficar parada! Além do mais, a prática de exercício físico, quando feita com a devida orientação, traz muitos benefícios, como a prevenção e redução de dores nas costas, mãos e pés e de stress cardiovascular. Ainda desenvolve o fortalecimento da musculatura pélvica, reduz o risco de parto prematuro e de cesariana, dá maior flexibilidade e tolerância à dor e eleva a auto-estima. «É recomendável que a grávida esteja sempre em movimento. Mas é fundamental que a actividade física seja sempre orientada e acompanhada por profissionais acostumados ao atendimento de grávidas», aconselha Gisela Monteiro, professora de Educação Física. Por isso, antes de sair a correr para o parque ou de se inscrever num ginásio, converse com o seu médico. Só ele pode atestar a sua saúde gestacional e indicar a actividade física mais adequada de acordo com o...

10 maneiras de criar um filho educado...

Por vezes, o seu filho pode ter dificuldade em compreender regras sociais. Mas, com algumas estratégias – e muita paciência! –, é possível melhorar o comportamento dele. Quem nunca ficou embaraçado depois de o filho receber um presente e não agradecer? Ou teve de segurar o riso quando ele surgiu, durante uma visita a casa de amigos, com um pacote de doces que foi buscar sozinho ao armário do anfitrião? Atitudes como dizer «obrigado» e não mexer nas coisas de outras pessoas são regras que as crianças aprendem aos poucos – e sempre com a sua ajuda. A seguir, saiba como ensinar os dez principais mandamentos de boas maneiras para que o seu filho brilhe em qualquer situação social. 1. Dizer «por favor» O primeiro passo para que as crianças aprendam esta expressão é, claro, ouvi-la dentro e fora de casa. Ou seja, se for um hábito diário entre os adultos e os pais derem o exemplo, será mais fácil cobrar o mesmo comportamento aos pequenos. E não espere que seu filho tenha tudo na ponta da língua tão rapidamente. É preciso lembrar o pedido em todas as situações até que, aos poucos, a criança adquira o costume e saiba quando usá-lo. «Em casa, a “expressão mágica” vem de mim, do pai e da empregada. Se eles não pedirem algo com “por favor”, não cedemos. O meu conselho é pensar nisto como um treino que envolve todas as pessoas à volta da criança», diz Ana Vaz, consultora de etiqueta e de imagem e mãe de Tiago, 6 anos, e de Helena, 4. Insistir, portanto, é necessário – até porque esse entendimento está relacionado com a faixa etária em que a criança se encontra. Apenas por volta dos quatro ou cinco anos é que vão...