4 razões por que o chocolate é bom para a sua saúde...

Da próxima vez que o seu filho quiser comer chocolate, não diga «Não!». A prova mais recente dos benefícios do chocolate foi publicada na revista Neurology. Os investigadores descobriram que o chocolate pode ajudar a manter o cérebro saudável e agilizar o raciocínio. Esta nova descoberta é promissora, mas não é o único benefício para a saúde que parece resultar da ingestão de chocolate. Aqui estão mais três razões porque deve manter o chocolate na dieta da sua família. Coração saudável – o consumo diário de chocolate pode reduzir o risco de ataque cardíaco e de acidente vascular cerebral em alguns doentes de alto risco, de acordo com um estudo publicado na revista British Medical Journal. Potencialmente emagrecedor – se sempre pensou no chocolate como um alimento indutor de ganho de peso, talvez seja melhor reapreciar este mimo saboroso. Um estudo descobriu que as pessoas que comem chocolate regularmente são mais propensas a serem mais magras do que aquelas que não o fazem. As pessoas no estudo que admitiram comer chocolate cinco vezes por semana ou mais tinham um índice de massa corporal (IMC) mais baixo do que aquelas que comiam chocolate com menos frequência, de acordo com o referido estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine. Controlo do apetite – o chocolate contém fibras saciadoras, que são inibidoras naturais do apetite. Isto significa que ceder ao desejo de chocolate, acaba-se por ingerir menos calorias do que quando se tenta evitar comer chocolate. Embora sejam muitas as razões para desfrutar de chocolate, também é importante ter atenção ao seu consumo. Aqui estão algumas dicas para escolher o chocolate de alta qualidade, para que possa manter todas as qualidades nutricionais. Quanto mais escuro o chocolate, melhor para a saúde. O chocolate puro é bastante amargo e é por isso que uma...

Meditação: a felicidade do aqui e agora Ago26

Meditação: a felicidade do aqui e agora...

Se pensa que meditar é coisa de monges solitários, desengane-se. A ciência tem vindo a confirmar o que as tradições antigas já diziam: a meditação é uma das melhores ferramentas para nos ajudar a lidar com as agruras do dia a dia. Ah, que bom seria ter uma vida isenta de stresse, dominar todas as oscilações emocionais e, já agora, pedir não custa, ter aquele ar zen e sempre sorridente do Dalai Lama… Para quem está de fora, os meditantes podem parecer uma fauna estranha, parte de um clube seleto na posse de um segredo qualquer. Alguns famosos, como Sting, Richard Gere, Oprah ou David Lynch – que criou uma fundação para promover a meditação nas escolas – têm ajudado a divulgar uma prática que muitos associam ainda a monges em mosteiros no planalto asiático. Mas a meditação, asseguram famosos, monges e cientistas, quando nasce é para todos, e sobretudo, garantem-nos, não é um bicho de sete cabeças. Trata-se simplesmente de treinar a arte da concentração, explica o monge budista Matthieu Ricard no livro ‘A Arte de Meditar’. Doutorado em Genética Molecular, Ricard foi um dos monges que se submeteu a testes cerebrais em estudos científicos sobre a meditação e os resultados valeram-lhe o título de ‘Homem mais feliz do mundo’. Nada mau, mas consta que os resultados foram obtidos após anos de prática em mosteiros do Nepal. Começar agora, num prédio em Benfica, será igual? Dá saúde e faz crescer… o bem-estar A crer nos estudos, feitos com pessoas comuns e monges na Universidade de Wisconsin, EUA, seja em Massamá ou na Índia, meditar 20 minutos por dia durante seis a oito semanas é o suficiente para notar efeitos na diminuição da ansiedade, dor, raiva e tendência para a depressão. Além disso, neste...

Saltar o pequeno-almoço pode levar a ataque cardíaco...

Saltar o pequeno-almoço pode levar e aumentar a possibilidade de ataques cardíacos e outras doenças relacionadas com o coração. A premissa de que o “pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia” não é recente, mas um novo estudo sugere que a primeira refeição do dia pode ser tão importante ao ponto de salvar vidas, especialmente no sexo masculino. Homens que saltam o pequeno-almoço encontram-se em maior risco de um ataque cardíaco ou outras doenças relacionadas com o coração, levando por fim à morte. O estudo, levado a cabo pela Harvard School of Public Health e que teve como sujeitos de teste 27 mil homens entre os 45 e 82 anos, conseguiu estabelecer uma relação entre os homens que saltavam o pequeno-almoço, os que o comiam todos os dias, e os impactos que tais escolhas tinham para a sua saúde o Dr. Leah E. Cahill, pós-doutorado e bolseiro de investigação no departamento de nutrição de Harvard, avisou num comunicado à American Heart Association que as pessoas ‘Não deviam saltar o pequeno-almoço’. Durante o estudo, que durou 16 anos, 1,600 homens sofreram ataques cardíacos, todos pertencentes ao grupo que não tomava o pequeno-almoço. Este grupo também tinha 27% a mais de probabilidade de sofrer ataques cardíacos ou de possível morte de doenças do coração do que os colegas do grupo contrário. Uma abordagem mais profunda chegou à conclusão que quem costuma saltar o pequeno-almoço são homens mais jovens, solteiros, que bebem álcool, pessoas pouco ativas fisicamente, fumadores e quem tem empregos a tempo inteiro. Além destes grupos, também homens que acordavam durante a noite para comer tinham mais 55% de hipóteses de ataques cardíacos, no entanto como este não era um comportamento comum a todos os homens do estudo, não foi possível criar nenhuma correlação....

Ciência prova: o otimismo faz bem à saúde, ao amor e ao trabalho Ago13

Ciência prova: o otimismo faz bem à saúde, ao amor e ao trabalho...

A ciência confirma-o: o pensamento positivo faz toda a diferença… para melhor. No amor, na cura de uma doença ou na progressão profissional. Um psiquiatra dá-nos estratégias para o praticarmos… e sermos mais felizes. O optimismo é uma das chaves da felicidade. Assim pensa Luís Rojas Marcos, psiquiatra espanhol radicado nos EUA, autor do livro ‘A Força do Optimismo’. É professor na Universidade de Nova Iorque, onde concluiu também um doutoramento em Ciências Médicas. À conversa com o psiquiatra, em Lisboa, descobrimos que ser optimista é “uma questão de sobrevivência”: os optimistas fazem mais amor – por isso geram e criam filhos optimistas – e têm uma atitude pró-activa na busca do seu bem-estar. Nesta obra, Rojas Marcos dá algumas estratégias para fomentar esta atitude e ser mais feliz. ARREGACE AS MANGAS E SEJA PRÓ-ACTIVA Os optimistas fazem com que as coisas aconteçam, revertem as circunstâncias a seu favor. “Sabe porque é que os estudos clínicos provam que eles têm mais possibilidades de cura? Porque tomam os remédios e seguem à risca a medicação! Um pessimista acha que nada irá fazer efeito”, explica Luís Rojas Marcos. O psiquiatra cita no seu livro um projecto dirigido por Martin Seligman em finais da década de 80 em que se dividiram os candidatos a vendedores de seguros de uma companhia em ‘optimistas’, ‘pessimistas’ e ‘comandos especiais’. Os últimos tinham chumbado nas provas de aptidão mas a sua confiança era tão grande que se recusavam a render-se perante um ‘não’ de um possível comprador. A verdade é que foram superiores aos ‘optimistas’ em 26% e aos ‘pessimistas’ em 57%. Conclusão? Quem toma a iniciativa sem medo do fracasso tem mais tendência para aceitar propostas, seja a nível de trabalho ou a nível pessoal. “As pessoas que esperam conseguir...

As vitaminas abrem mesmo o apetite?...

A prescrição de vitaminas com o propósito de abrir ou estimular o apetite é uma recomendação clássica e quase do senso comum. A prática está particularmente enraizada em crianças e adolescentes, mas há dados que a consubstanciem? E é de facto uma procura longa e com escassos resultados, pois rareiam estudos que tenham investigado esta ligação entre vitaminas e apetite. De facto, em vários manuais, a falta de apetite aparece como um sintoma clássico de carência de algumas vitaminas como a B12, C e vitamina A. Na prática, os poucos estudos que investigaram esta relação nunca chegaram a comprová-la devidamente. Em dois deles, realizados em crianças anémicas e com atrasos de crescimento no Benim (exemplo extremo de carência nutricional) não foi verificado um aumento de apetite (avaliado pela ingestão livre de uma refeição) associado à suplementação vitamínica e mineral durante seis semanas. Já quando o apetite das crianças foi reportado pelas mães – uma vez que as crianças do estudo tinham entre 17 a 32 meses – esteaumentou independentemente de estarem a tomar o suplemento “a sério” ou o placebo, o que nos indica que este efeito pode até ter um cariz marcadamente comportamental e de certo modo tranquilizante para os pais preocupados com eventuais carências nutricionais do filho. Logicamente que seis semanas poderá ser um espaço temporal bastante curto para se tirarem ilações definitivas, mesmo tendo em conta que situações de carência como estas são dificilmente verificadas na nossa realidade. Ainda assim, se a falta de apetite estiver associada a uma alimentação claramente deficitária e a outros sintomas como apatia, palidez, sonolência, pele seca, cabelos quebradiços, fissuras nos cantos da boca, etc. é mais do que provável que essa carência de facto exista e que seja necessário ser corrigida. Já quando falamos em adultos sem qualquer...

Caminhar faz tão bem ao coração como correr...

O estudo foi feito ao longo de seis anos a mais de 48 mil pessoas. Caminhar depressa pode ser tão bom para controlar a pressão arterial, o colesterol e o risco de contrair diabetes como correr. As conclusões são de um estudo publicado este mês pela revista Asteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology que revela que o importante é a distância que se percorre no exercício, e não o tempo. O estudo foi feito a 33.060 corredores e 15.045 pessoas que utilizam as caminhadas como forma de exercício ao longo de seis anos. Retiradas as conclusões, os investigadores verificaram que a energia utilizada nas duas formas de exercício resulta em “reduções similares para a tensão arterial alta, o colesterol alto, diabetes e possivelmente para doenças cardíacas”, diz o documento. “Caminhar e correr são um teste ideal para testar os benefícios para a saúde das caminhadas de intensidade moderada e corridas de intensidade vigorosa porque envolvem o mesmo grupo de músculos e as mesmas actividades feitas em diferentes intensidades”, disse o principal autor do estudo, Paul Williams. “Quanto mais os corredores correram e os ’caminhantes’ caminharam, melhor estavam em benefícios para a saúde. Se a quantidade de energia gasta foi a mesma nos dois grupos, então os benefícios para a saúde eram comparáveis”, acrescentou Paul Williams. “Caminhar pode ser uma actividade mais sustentável para algumas pessoas quando comparada com a corrida, mas aqueles que escolhem correr acabam por fazer o dobro do exercício do que os que escolhem caminhar”, concluiu o autor do estudo. Fonte: Life & Style...

Adiar a idade de reforma previne o Alzheimer Ago12

Adiar a idade de reforma previne o Alzheimer...

Um novo estudo francês sublinha a importância da atividade mental regular para atrasar o aparecimento da demência. Trabalhar até tarde para conservar a saúde mental? Uma nova pesquisa do Inserm, Instituto Francês de Saúde e Pesquisa Médica, concluiu que os trabalhadores que adiam a entrada na idade de reforma, apresentam um risco menor de desenvolver a Doença de Alzheimer e outras formas similares de demência. O estudo pesquisou as fichas médicas de 500 mil franceses reformados, sobretudo de trabalhadores independentes retirados da atividade profissional há mais de 12 anos (a média de idades rondava os 74 anos). Descobriu que 2,65% tinham desenvolvido uma forma de demência. Mas a pesquisa do Inserm concluiu também que esse risco diminuía para aqueles que se mantinham profissionalmente ativos até mais tarde. “Quem se retira do trabalho aos 65 anos tem um risco 15% menor de vir a sofrer de Alzheimer do que alguém que se reforma aos 60”, diz à edição francesa do Huffington Post a diretora do departamento de epidemiologia do Instituto de Saúde Pública, Epidemiologia e Desenvolvimento, em Bordéus, Carole Dufouil. Poderão este e outros estudos similares funcionar como argumento para legitimar as políticas que defendem o aumento da idade de reformar? A verdade é que o trabalho não é a única forma de prevenir a doença de Alzheimer. O importante, sublinham os investigadores mundiais nesta área, é manter uma atividade mental regular. Estudos anteriores concluíram que os idosos que leem e escrevem regularmente também apresentam um risco menor de vir a sofrer destas doenças, tal como aqueles que mantêm uma vida social dinâmica. Escrever um romance, ler um bom livro e falar com os seus melhores amigos, pode ser tão eficaz como trabalhar até aos 70 ou mais. Em França, os trabalhadores com 60 anos...

15 maneiras de proteger a sua saúde Ago12

15 maneiras de proteger a sua saúde...

Já ouviu falar de algumas, promete a si mesmo mudar para o bom caminho mas o dia nunca chega. Para a ajudar a decidir-se, mostramos-lhe as evidências da ciência, as dicas dos especialistas e pequenos gestos de prazer e saúde para levar pela vida fora.   1 NÃO DISPENSE O PEQUENO ALMOÇO Se pertence ao lote dos antifãs do pequeno almoço, talvez esteja na altura de se converter ao seu poder. Primeiro, porque a energia disponível para as suas tarefas diárias aumenta mais eficazmente do que com aquela mega-chávena de café. Depois, porque vários estudos, feitos na última década, indicam que quem ‘salta’ sistematicamente a primeira refeição do dia tem um risco acrescido de vir a sofrer de obesidade e das doenças que lhe são associadas. Em 2012, uma experiência do Imperial College de Londres descobriu, depois de analisar as TAC ao cérebro de 21 homens e mulheres, que o prolongado jejum matinal provoca o desejo de comer alimentos  hipercalóricos ao longo do dia. Os voluntários que não tomavam o pequeno almoço também comiam, em média, mais 20% à hora de almoço. 2 EXERCITE A RESPIRAÇÃO Os exercícios respiratórios trazem benefícios à saúde e aumentam a capacidade dos pulmões receberem mais ar. Bastam 15 minutos por dia. Como conseguir isso? Através de uma respiração lenta e profunda. O diafragma também trabalha, e não apenas o tórax; a barriga expande e contrai, tal como acontece com os bebés. Normalmente, inspiramos e expiramos 16 a 20 vezes por minuto; mas na respiração lenta e profunda esta frequência desce para 10 por minuto. O controlo da ansiedade é uma das principais vantagens. Uma pesquisa do Laboratório de Pânico e Respiração da Universidade Federal do Rio de Janeiro apurou que depois de seis meses destes exercícios 70% dos...

Vaidade: Saiba se você está exagerando na dose Jul12

Vaidade: Saiba se você está exagerando na dose...

Pessoas que se preocupam demais com a aparência podem ser identificadas a partir de algumas atitudes. Saiba quais são! Qual o limite entre a vaidade saudável e a preocupação exagerada com a aparência física? Segundo a psicóloga Sâmara Jorge, a vaidade pode apenas demonstrar preocupação com o próprio bem-estar. “Mas passa a ser um problema quando a pessoa sai em busca da perfeição física, em detrimento de outros aspectos e atributos”, explica. Carlos Oscar Uebel, médico e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, diz que existem sinais clássicos de que a pessoa já passou ou está prestes a passar dos limites: “Há uma obsessão com a aparência ou com a busca pela semelhança com uma determinada artista ou amiga próxima.” A consultora de estilo Paola Elide conta já ter visto clientes assim. “A mulher excessivamente vaidosa compra todo tipo de roupa, sapato, cosmético, não sai da academia e do salão de beleza. Mesmo assim, nunca está feliz”. Afinal, o que faz com que tantas mulheres busquem um corpo perfeito, chegando a colocar a vida em risco? “Algumas tentam compensar a baixa autoestima exagerando na vaidade. Só que esse tipo de atitude funciona apenas como paliativo. A pessoa entra em uma roda viva e nunca fica satisfeita”, afirma Sâmara. E será que há apenas um padrão de beleza? É claro que não. “Ser bela é algo subjetivo. Quanto mais distante de sua natureza, mais longe também a mulher estará da beleza verdadeira, que é resultado da harmonia entre o interno e o externo,” diz Sâmara. Segundo a psicóloga, assim como a personagem Fiona, do filme Shrek, temos todas um pouco de princesas e um pouco de ogres. “Somente reconhecendo e assumindo quem verdadeiramente somos, podemos nos apropriar de nossas características, boas e ruins. Dessa...

Saiba como lidar com a insónia sem apelar para remédios Jul10

Saiba como lidar com a insónia sem apelar para remédios...

Insónia é um problema que pode ter várias causas, e os cientistas ainda debatem sobre quais são os melhores métodos para combatê-la. Uma especialista no assunto, a psicóloga americana Shelby Freedman Harris, atende os interessados no assunto respondendo perguntas frequentes. Ela trabalha em um centro médico de Nova Iorque e dá alternativas para quem passa por dificuldades na hora de dormir. Para dar dicas de um modo geral, ela utiliza o exemplo de uma pergunta que recebeu de um paciente. Um universitário americano relatou que sua vida estava levando-o a várias noites mal dormidas. Ele precisava de tampões de ouvido e tapa-olho todas as noites, e mesmo assim tinha problemas não apenas para pegar no sono, mas acordava por qualquer motivo. Colegas de seu curso também apresentaram problemas semelhantes. Alguns dos amigos, segundo ele, optam por passar a noite em claro ou dormir pouquíssimas horas, já que não conseguem dormir bem, rotina que os leva a ficar exaustos durante o dia. A psicóloga recomenda, para esse caso, a Terapia cognitivo-comportamental. Trata-se de um tratamento psicológico de duração variável, 4 a 12 sessões. É um procedimento empírico, em que se analisa a vida do paciente para trabalhar com a mente. Segundo a especialista, não utiliza nenhum remédio e ajuda não apenas com insônia, mas também quem sofre com depressão, ansiedade ou dores crônicas. De acordo com ela, o segredo do tratamento é o período que antecede o sono. Devem-se evitar remédios fortes, cafeína, álcool e sedativos antes de dormir – coisas artificiais que algumas pessoas usam achando que vai auxiliá-las no sono, mas o efeito é justamente o contrário. Alguns pacientes iniciam o tratamento tomando algum medicamento. Nesses casos, não há uma interrupção brusca da aplicação, o que pode piorar a situação, mas a quantidade...